A propósito de um vídeo editado no Blogue Diário do Tripulante, que mostra através das imagens como foi a evolução dos autocarros e eléctricos da Companhia Carris de Ferro de Lisboa, nos últimos 30 anos, que aqui colocamos, façamos uma pequena resenha desta esta evolução que experimentou duas formas contraditórias:Por um lado existiu uma melhoria significativa, no geral, em autocarros mais cómodos e mais seguros, e eléctricos mais rápidos. Mas ao mesmo tempo houve uma diminuição de oferta, que consistiu em encurtamentos de carreiras, com alterações feitas sem terem em conta o cidadão utente, mas sim simplesmente um corte economicista de meios. A rede de eléctricos que desde dos anos 80 do século passado começou a ser abatida, na sua maioria sem nexo (tudo a favor rei automóvel…), está confinada à zona histórica (bendito turista…), e as possibilidades de existência de novas linhas, são descartadas, mais uma vez com a desculpa de …não existirem veículos…eléctricos!
Como sempre defendemos, esta situação grave, só poderá ser resolvida a contento do cidadão utente, quando a Câmara Municipal da capital (em conjunto com as autarquias da grande Lisboa), tornar-se a principal responsável pelo meios de transporte desta cidade, Carris e Metro…claro que esta posição continua nos antípodas dos nossos (in) responsáveis autarcas!
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