No âmbito da Greve do Sector dos Transportes Públicos que está marcada para o próximo dia 2 de Fevereiro, e à qual aderiram os sindicatos representativos dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, Carris, CP, CP Carga, REFER, EMEF, Transtejo, Soflusa, Carris e STCP, decorreu hoje, dia 25 de Janeiro, pelas 09h30, um Plenário Geral de Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa onde, para além da actual situação da empresa, se debateram as medidas reacionárias que o governo PSD/CDS está a tentar impor, quer aos trabalhadores do sector dos transportes públicos, quer, muito em particular, aos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa.
Os trabalhadores rejeitaram expressamente as medidas que foram aprovadas na “concertação social” e que o governo PSD/CDS pretende agora impor. Entre outras, a alteração arbitrária do horário de trabalho, a redução de salários e dias de descanso, medidas que configuram TRABALHO FORÇADO!
Neste Plenário, os trabalhadores aprovaram, também, uma Moção e uma recomendação. Nessa recomendação exigem que as Centrais Sindicais – CGTP e UGT – convoquem uma GREVE GERAL NACIONAL para o dia em que for marcada a discussão e votação no parlamento da proposta governamental daquelas medidas provocatórias.
O Plenário decidiu, ainda, que os sindicatos só aceitarão assegurar os “serviços mínimos” necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, tendo o CES (Conselho Económico e Social) acabado de proferir a sua decisão que vai de encontro à pretensão dos trabalhadores.
Os trabalhadores do sector dos transportes públicos e os utentes são ambos vítimas das mesmas políticas terroristas, através das quais o governo de traição PSD/CDS tenta fazer recair sobre eles os custos das opções erradas que tomaram ao longo dos anos, bem como as privatizações que agora se anunciam.
VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES DO SECTOR DOS TRANSPORTES PÚBLICOS!
O POVO VENCERÁ!
Os trabalhadores rejeitaram expressamente as medidas que foram aprovadas na “concertação social” e que o governo PSD/CDS pretende agora impor. Entre outras, a alteração arbitrária do horário de trabalho, a redução de salários e dias de descanso, medidas que configuram TRABALHO FORÇADO!
Neste Plenário, os trabalhadores aprovaram, também, uma Moção e uma recomendação. Nessa recomendação exigem que as Centrais Sindicais – CGTP e UGT – convoquem uma GREVE GERAL NACIONAL para o dia em que for marcada a discussão e votação no parlamento da proposta governamental daquelas medidas provocatórias.
O Plenário decidiu, ainda, que os sindicatos só aceitarão assegurar os “serviços mínimos” necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, tendo o CES (Conselho Económico e Social) acabado de proferir a sua decisão que vai de encontro à pretensão dos trabalhadores.Os trabalhadores do sector dos transportes públicos e os utentes são ambos vítimas das mesmas políticas terroristas, através das quais o governo de traição PSD/CDS tenta fazer recair sobre eles os custos das opções erradas que tomaram ao longo dos anos, bem como as privatizações que agora se anunciam.
VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES DO SECTOR DOS TRANSPORTES PÚBLICOS!
O POVO VENCERÁ!

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