A intensa exploração a que o sistema capitalista sujeita os trabalhadores, implementando medidas terroristas que diminuem os seus salários e os obrigam a aceitar o alargamento da carga horária de trabalho, ao mesmo tempo que limitam ou anulam as “condições de segurança” em que esses trabalhadores têm de laborar, são os responsáveis directos do assassinato de pelo menos três operários ocorrido hoje, pelas 14 horas, nas obras a decorrer na barragem de Foz Tua.
As primeiras “justificações” que são dadas para as razões que levaram à ocorrência deste “acidente”, são as de que aquele terá resultado da queda de uma máquina seguido de deslizamento de terras. Cruel hipocrisia!
Não é essa a razão pela qual ocorrem anualmente milhares de “acidentes de trabalho”, muitos deles implicando a morte de operários e trabalhadores. A verdadeira razão resulta da política de exploração intensiva a que a burguesia e o seu governo sujeitam os trabalhadores, obrigando-os a trabalhar muito para além do seu horário de trabalho, esgotados, e sem que estejam a ser observados os regulamentos de segurança que eles próprios, hipocritamente, elaboraram e afirmam querer que sejam cumpridos.
Só quem não percorre as centenas de obras, estaleiros e construções é que não constata que tais “regras e procedimentos de segurança” não são respeitados, desde logo pelo “dono da obra”. É que para o patronato a vida de um operário, a vida de um trabalhador, muitos deles única fonte de rendimento e sobrevivência da família, não conta para nada.
A única coisa que conta para a burguesia é o sacrossanto lucro, a acumulação a todo o custo de riqueza para si. Um operário, um trabalhador, morre e logo outro, disponível no imenso exército de reserva do desemprego que o sistema capitalista criou, virá para o substituir e reiniciar novo ciclo de exploração e eventual morte…por “acidente”!
Contra esta política que assassina diariamente operários e trabalhadores em todo o país, só existe uma saída: OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER! Derrubar este governo vende pátrias, constituir um Governo de Esquerda Democrático Patriótico que implemente um novo paradigma de economia e de política verdadeiramente ao serviço dos trabalhadores e do povo.
As primeiras “justificações” que são dadas para as razões que levaram à ocorrência deste “acidente”, são as de que aquele terá resultado da queda de uma máquina seguido de deslizamento de terras. Cruel hipocrisia!
Não é essa a razão pela qual ocorrem anualmente milhares de “acidentes de trabalho”, muitos deles implicando a morte de operários e trabalhadores. A verdadeira razão resulta da política de exploração intensiva a que a burguesia e o seu governo sujeitam os trabalhadores, obrigando-os a trabalhar muito para além do seu horário de trabalho, esgotados, e sem que estejam a ser observados os regulamentos de segurança que eles próprios, hipocritamente, elaboraram e afirmam querer que sejam cumpridos.
Só quem não percorre as centenas de obras, estaleiros e construções é que não constata que tais “regras e procedimentos de segurança” não são respeitados, desde logo pelo “dono da obra”. É que para o patronato a vida de um operário, a vida de um trabalhador, muitos deles única fonte de rendimento e sobrevivência da família, não conta para nada.
A única coisa que conta para a burguesia é o sacrossanto lucro, a acumulação a todo o custo de riqueza para si. Um operário, um trabalhador, morre e logo outro, disponível no imenso exército de reserva do desemprego que o sistema capitalista criou, virá para o substituir e reiniciar novo ciclo de exploração e eventual morte…por “acidente”!
Contra esta política que assassina diariamente operários e trabalhadores em todo o país, só existe uma saída: OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER! Derrubar este governo vende pátrias, constituir um Governo de Esquerda Democrático Patriótico que implemente um novo paradigma de economia e de política verdadeiramente ao serviço dos trabalhadores e do povo.

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