Já aqui referimos sobre o que representa este PR e as suas mentiras que tem perna curta. Para coroar publicamos esta nota de imprensa do partido que desmonta mais uma vez este grande hipócrita…
«CAVACO nunca foi o presidente de todos os portugueses mas sempre se assumiu como o presidente dos capitalistas e padrinho do governo de traição nacional PSD/CDS e da política que este, com a cumplicidade do PS, prossegue contra os trabalhadores portugueses, a mando da tróica.
É, pois, uma afronta e uma provocação que Cavaco se tenha vindo auto-intitular provedor do povo, quando momentos antes acabara de assumir que teve uma intervenção (ilegítima e ilegal) directa na elaboração e aprovação das medidas anti-operárias e anti-populares saídas da última reunião da concertação social, onde, como se sabe, obtiveram também o apoio da UGT.
Isto depois de, como é sabido, ter promulgado um orçamento de estado inconstitucional que lançará na miséria milhares de famílias trabalhadoras.
Não espanta, pois, nem se pode atribuir a um deslize – como vieram logo tentar desculpá-lo os seus amigos Marcelo Rebelo de Sousa e quejandos - que Cavaco tenha cuspido na cara das vítimas da política do governo que apadrinha, afirmando que a sua reforma milionária não lhe chega para pagar as despesas.
Cavaco perdeu de há muito toda e qualquer legitimidade para continuar a ser presidente da República, visto que, para além de ser apenas presidente de alguns portugueses (os capitalistas), passou a ignorar a Constituição que hipocritamente jurou defender.
O que Cavaco merece, em resposta do que tem sido e é a sua magistratura e o seu empenhamento em levar o povo português a aceitar uma política de traição nacional, é aquela que o povo em Guimarães começou já a fazer, ao vaiá-lo e apupá-lo publicamente – é não lhe dar descanso até que ele e o seu governo desapareçam e dêem lugar a um governo de esquerda, democrático e patriótico!»
Lisboa, 24 de Janeiro de 2012
A Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP
«CAVACO nunca foi o presidente de todos os portugueses mas sempre se assumiu como o presidente dos capitalistas e padrinho do governo de traição nacional PSD/CDS e da política que este, com a cumplicidade do PS, prossegue contra os trabalhadores portugueses, a mando da tróica.
É, pois, uma afronta e uma provocação que Cavaco se tenha vindo auto-intitular provedor do povo, quando momentos antes acabara de assumir que teve uma intervenção (ilegítima e ilegal) directa na elaboração e aprovação das medidas anti-operárias e anti-populares saídas da última reunião da concertação social, onde, como se sabe, obtiveram também o apoio da UGT.
Isto depois de, como é sabido, ter promulgado um orçamento de estado inconstitucional que lançará na miséria milhares de famílias trabalhadoras.
Não espanta, pois, nem se pode atribuir a um deslize – como vieram logo tentar desculpá-lo os seus amigos Marcelo Rebelo de Sousa e quejandos - que Cavaco tenha cuspido na cara das vítimas da política do governo que apadrinha, afirmando que a sua reforma milionária não lhe chega para pagar as despesas.
Cavaco perdeu de há muito toda e qualquer legitimidade para continuar a ser presidente da República, visto que, para além de ser apenas presidente de alguns portugueses (os capitalistas), passou a ignorar a Constituição que hipocritamente jurou defender.
O que Cavaco merece, em resposta do que tem sido e é a sua magistratura e o seu empenhamento em levar o povo português a aceitar uma política de traição nacional, é aquela que o povo em Guimarães começou já a fazer, ao vaiá-lo e apupá-lo publicamente – é não lhe dar descanso até que ele e o seu governo desapareçam e dêem lugar a um governo de esquerda, democrático e patriótico!»
Lisboa, 24 de Janeiro de 2012
A Comissão de Imprensa do PCTP/MRPP

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