“Não aceitamos, a luta continua”, foram as palavras de ordem gritadas com grande veemência contra o acordo cozinhado pela administração da empresa, depois da reunião com o sindicato Cerâmicos do Norte...
Ao som de vaias e insultos dos trabalhadores, e ao grito uníssono de que “a luta continua”, a administração da Cerâmica de Valadares foi obrigada a abandonar as instalações da fábrica a pé, porquanto os trabalhadores impediram a saída das viaturas.
Após o longo dia de manifestação frente à porta da empresa, para impedir a entrada e saída de mercadoria, os trabalhadores, que admitem pernoitar à porta da fábrica, reuniram já lenha e contentores onde acender uma fogueira que os aqueça durante a noite que se prevê bastante fria, “nada nos impedirá de continuáramos a luta”, afirma um dos trabalhadores.
Até à realização do plenário, agendado para a manhã de quarta-feira, os trabalhadores já informaram que vão manter vigilância à porta da fábrica.
A administração da empresa provocatoriamente propunha (proposta essa levada pelos dirigentes sindicais…) o pagamento do mês de Dezembro até à próxima sexta-feira e o restante até dia 17 de Fevereiro, situação que não foi aceite pelos trabalhadores presentes e levou ao agendamento de um plenário para deliberar sobre a proposta de pagamento faseado dos salários em atraso.
A fábrica centenária Cerâmica de Valadares, que emprega cerca de 400 trabalhadores, esteve já paralisada no final de Dezembro de 2011, devido à falta de dinheiro para pagar o gás. Na altura, estavam em atraso os salários de Novembro e de Dezembro e o subsídio de Natal.
Ao som de vaias e insultos dos trabalhadores, e ao grito uníssono de que “a luta continua”, a administração da Cerâmica de Valadares foi obrigada a abandonar as instalações da fábrica a pé, porquanto os trabalhadores impediram a saída das viaturas.
Após o longo dia de manifestação frente à porta da empresa, para impedir a entrada e saída de mercadoria, os trabalhadores, que admitem pernoitar à porta da fábrica, reuniram já lenha e contentores onde acender uma fogueira que os aqueça durante a noite que se prevê bastante fria, “nada nos impedirá de continuáramos a luta”, afirma um dos trabalhadores.
Até à realização do plenário, agendado para a manhã de quarta-feira, os trabalhadores já informaram que vão manter vigilância à porta da fábrica.
A administração da empresa provocatoriamente propunha (proposta essa levada pelos dirigentes sindicais…) o pagamento do mês de Dezembro até à próxima sexta-feira e o restante até dia 17 de Fevereiro, situação que não foi aceite pelos trabalhadores presentes e levou ao agendamento de um plenário para deliberar sobre a proposta de pagamento faseado dos salários em atraso.
A fábrica centenária Cerâmica de Valadares, que emprega cerca de 400 trabalhadores, esteve já paralisada no final de Dezembro de 2011, devido à falta de dinheiro para pagar o gás. Na altura, estavam em atraso os salários de Novembro e de Dezembro e o subsídio de Natal.

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