Depois de ter levado à liquidação da agricultura e à desindustrialização de grande parte dos países europeus e ter-se servido do euro – que não passa do marco travestido – e da política monetária da Eurolândia para esmagarem os países mais vulneráveis, com uma dívida soberana em crescimento exponencial e descontrolado, o imperialismo alemão e a sua tróica avançam, agora, para um patamar político da dominação mais requintado.
Beneficiando do facto de a esmagadora maioria dos governos europeus serem de direita ou de extrema-direita, ou de serem liderados pelos homens de mão que substituíram, através de autênticos golpes de estado, promovidos pelo imperialismo germânico, dirigentes eleitos (caso da Grécia e de Itália, mas também de Portugal, onde Sócrates foi levado à demissão), todos eles alinhados com a sua agenda política, a chancelerina, com o inestimável e canino apoio de Sarkozy, fez aprovar ontem, em Bruxelas, um chamado “pacto de disciplina orçamental” que deixa de fora, apenas, o Reino Unido e a República Checa.
Este pacto encerra aquilo que o imperialismo germânico classifica de “regra de ouro”, isto é, que os estados membros da “euro zona” não poderão ultrapassar um défice estrutural de 0,5% e a sua dívida pública terá de se situar, sempre, abaixo dos 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Tal “regra de ouro” deverá, preferencialmente, segundo os ditames da dupla Merkel/Sarkozy, ser inscrito na Constituição de cada Estado membro, de forma a garantir um valor vinculativo e permanente à exigência. Quem não cumprir estas imposições sofrerá sanções pecuniárias até 0,1% do PIB, impostas por uma entidade alheia à soberania dos estados membros, o Tribunal Europeu de Justiça – ou seja, uma verdadeira regra negra para a soberania nacional dos países dominados.
Para além de representar um autêntico golpe de mão da Alemanha sobre os países da Zona Euro e da União Europeia, o imperialismo germânico pretende com esta “regra de ouro” assegurar o domínio das economias e exploração dos povos do Continente, criando uma estabilidade tranquilizadora para o seu expansionismo, à custa de cada vez maiores sofrimentos e sacrifícios para os povos dos países incumpridores.
O que se seguirá será, certamente, o mesmo que agora está a ser imposto à Grécia como moeda de troca para um novo “empréstimo” de 130 mil milhões de euros. Isto é, que os países “incumpridores” aceitem um “Comissário Europeu” que tenha direito de veto sobre as políticas orçamentais de cada país, de forma a assegurar que os interesses dos “credores”, nada mais, nada menos, do que os interesses dos grandes grupos financeiros e bancários, dos monopólios alemães, fiquem salvaguardados.
Contra toda a casta de traidores portugueses que, além da dupla Coelho/Portas, cujo governo mais uma vez vendeu o pouco que resta da nossa soberania, incluem todos os dirigentes políticos que acham que o País tem o dever de pagar esta dívida, e em cujo lote se incluem Seguro, Louçã e Jerónimo, a classe operária, os trabalhadores e o povo português só têm uma saída: derrubar o governo de traição PSD/CDS e o seu padrinho Cavaco, expulsar a tróica germano-imperialista de Portugal, impondo a constituição de um Governo de unidade de todas as forças populares, de esquerda, democrático patriótico, que se recuse a pagar uma dívida que não foi contraída por si, nem foi contraída para seu benefício.
Beneficiando do facto de a esmagadora maioria dos governos europeus serem de direita ou de extrema-direita, ou de serem liderados pelos homens de mão que substituíram, através de autênticos golpes de estado, promovidos pelo imperialismo germânico, dirigentes eleitos (caso da Grécia e de Itália, mas também de Portugal, onde Sócrates foi levado à demissão), todos eles alinhados com a sua agenda política, a chancelerina, com o inestimável e canino apoio de Sarkozy, fez aprovar ontem, em Bruxelas, um chamado “pacto de disciplina orçamental” que deixa de fora, apenas, o Reino Unido e a República Checa.
Este pacto encerra aquilo que o imperialismo germânico classifica de “regra de ouro”, isto é, que os estados membros da “euro zona” não poderão ultrapassar um défice estrutural de 0,5% e a sua dívida pública terá de se situar, sempre, abaixo dos 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Tal “regra de ouro” deverá, preferencialmente, segundo os ditames da dupla Merkel/Sarkozy, ser inscrito na Constituição de cada Estado membro, de forma a garantir um valor vinculativo e permanente à exigência. Quem não cumprir estas imposições sofrerá sanções pecuniárias até 0,1% do PIB, impostas por uma entidade alheia à soberania dos estados membros, o Tribunal Europeu de Justiça – ou seja, uma verdadeira regra negra para a soberania nacional dos países dominados.
Para além de representar um autêntico golpe de mão da Alemanha sobre os países da Zona Euro e da União Europeia, o imperialismo germânico pretende com esta “regra de ouro” assegurar o domínio das economias e exploração dos povos do Continente, criando uma estabilidade tranquilizadora para o seu expansionismo, à custa de cada vez maiores sofrimentos e sacrifícios para os povos dos países incumpridores.
O que se seguirá será, certamente, o mesmo que agora está a ser imposto à Grécia como moeda de troca para um novo “empréstimo” de 130 mil milhões de euros. Isto é, que os países “incumpridores” aceitem um “Comissário Europeu” que tenha direito de veto sobre as políticas orçamentais de cada país, de forma a assegurar que os interesses dos “credores”, nada mais, nada menos, do que os interesses dos grandes grupos financeiros e bancários, dos monopólios alemães, fiquem salvaguardados.
Contra toda a casta de traidores portugueses que, além da dupla Coelho/Portas, cujo governo mais uma vez vendeu o pouco que resta da nossa soberania, incluem todos os dirigentes políticos que acham que o País tem o dever de pagar esta dívida, e em cujo lote se incluem Seguro, Louçã e Jerónimo, a classe operária, os trabalhadores e o povo português só têm uma saída: derrubar o governo de traição PSD/CDS e o seu padrinho Cavaco, expulsar a tróica germano-imperialista de Portugal, impondo a constituição de um Governo de unidade de todas as forças populares, de esquerda, democrático patriótico, que se recuse a pagar uma dívida que não foi contraída por si, nem foi contraída para seu benefício.


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