“Não haverá movimento revolucionário, sem ideologia revolucionária” - Lenine

“Sem ideologia revolucionária, não há movimento revolucionário” - Lenine

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

CONTINUAR A LUTA CONTRA O TRABALHO FORÇADO E AS MEDIDAS TERRORISTAS DO GOVERNO DE TRAIDORES PSD/CDS!

Postamos aqui este comunicado do partido, distribuído hoje logo pela manhã - notícias frescas numa manhã fria, acolhidas pelas massas com um forte calor de revolta contra o governo e os traidores da UGT! "Vamos à guerra!", reagia assim um dos cidadãos, quando lhe dizíamos sobre o que versava o comunicado.

CONTINUAR A LUTA CONTRA O TRABALHO FORÇADO E AS MEDIDAS TERRORISTAS DO GOVERNO DE TRAIDORES PSD/CDS!

1. Os patrões aplaudiram as medidas terroristas do governo contra os trabalhadores e a UGT aceitou subscrever essas medidas como contrapartida do trabalho forçado de meia hora, defendendo agora descaradamente que os trabalhadores têm de vergar às exigências da tróica germano-imperialista.
Numa palavra, o consenso dos capitalistas à volta de um governo de traidores.

2. O que saiu agora da concertação social não é senão a continuação da política do trabalho forçado e da consagração prática do que há muito denunciámos – o governo PSD/CDS, acolitado pelo PS e pelo Presidente da República, tem apenas um único objectivo: como governo de lacaios e traidores que é, pretende apenas encher os bolsos do grande capital financeiro, representado pela tróica germano-imperialista, à custa do esmagamento da classe operária e dos trabalhadores portugueses.

3. Ameaçado por uma resposta demolidora em preparação por parte dos trabalhadores, o governo traidor PSD/CDS, aparentou recuar na tentativa de imposição da meia hora diária de trabalho forçado para, sem ainda ter rasgado a proposta de lei com aquela medida, contra-atacar, com o apoio dos lacaios da UGT – que, horas antes, tinha jurado a pés juntos que nunca aceitaria discutir alternativas à meia hora de trabalho diária – com um conjunto de medidas devastadoras do ponto de vista da continuação do trabalho forçado por outras formas e de brutal exploração de quem, para viver, tem de vender a sua força de trabalho: poder ilimitado do patrão para dispor do tempo dos trabalhadores, total liberalização dos despedimentos, redução das férias e períodos de descanso, não pagamento de horas extraordinárias...
E isto, a acrescer – convém não esquecer – ao roubo dos salários e dos subsídios de férias e de Natal, ao aumento do preço dos serviços de primeira necessidade (saúde, transportes, etc.), à redução do subsídio de desemprego...

4. O PCTP/MRPP, congratulando-se com a posição da Intersindical de abandonar a reunião de uma seita de traidores e vampiros, defende que deve ser convocada de imediato uma GREVE GERAL NACIONAL para a data em que for marcada a discussão e votação no Parlamento destas medidas celeradas que o governo, contando apenas com o apoio dos grandes capitalistas e dos seus lacaios, pretende impor.

5. Só a luta firme e organizada em todos os locais de trabalho, sem deixar ninguém de fora e preparando desde já a greve geral pode impor uma derrota aos planos da tróica germano-imperialista e do seu governo de traidores em Portugal!

O TRABALHO FORÇADO E AS MEDIDAS TERRORISTAS ANTI-OPERÁRIAS NÃO PASSARÃO!
ABAIXO O GOVERNO DE TRAIDORES PSD/CDS! TRÓICA FORA DE PORTUGAL!
GOVERNO DE ESQUERDA, DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!

Lisboa, 17/01/12

O Comité Central do PCTP/MRPP

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