
Uma denúncia feita aos Precários Inflexíveis, de um trabalhador precário, vem mostrar os métodos que a uma empresa do Estado faz para contratar pessoas para laborar em condições de enorme vulnerabilidade, sujeitas a horários não controlados, sem contrato estabelecido, sem formação…tudo temporário…é fartar!
«Os CTT andam a colocar malta nas suas centrais de distribuição de correio empresarial, em Lisboa, da seguinte forma: chamam-nas para entrevista, e nessa altura, são «convidadas» a preencher uns papéis para uma empresa de emprego temporário dos próprios CTT. A seguir, sim, fazem a entrevista.
Se posteriormente alguém é chamado, começa logo a trabalhar, mas não há sistema de controlo / registo de dias em que se trabalha (o que no futuro pode dar azo a situações dúbias); nem se informa dos direitos que os trabalhadores têm: horas para comer; férias; rotatividade de horários; nada. Ou seja, é começar a trabalhar e logo se vê.
Há registo de malta que começa a trabalhar e só passado uns meses é que assina contrato (temporário). Ao fim de três anos (ou menos) ninguém fica efectivo; está sempre malta nova a entrar / rodar.»
O TRABALHO FORÇADO NÃO PASSARÁ! MORRA O TRABALHO FORÇADO!
«Os CTT andam a colocar malta nas suas centrais de distribuição de correio empresarial, em Lisboa, da seguinte forma: chamam-nas para entrevista, e nessa altura, são «convidadas» a preencher uns papéis para uma empresa de emprego temporário dos próprios CTT. A seguir, sim, fazem a entrevista.
Se posteriormente alguém é chamado, começa logo a trabalhar, mas não há sistema de controlo / registo de dias em que se trabalha (o que no futuro pode dar azo a situações dúbias); nem se informa dos direitos que os trabalhadores têm: horas para comer; férias; rotatividade de horários; nada. Ou seja, é começar a trabalhar e logo se vê.
Há registo de malta que começa a trabalhar e só passado uns meses é que assina contrato (temporário). Ao fim de três anos (ou menos) ninguém fica efectivo; está sempre malta nova a entrar / rodar.»
O TRABALHO FORÇADO NÃO PASSARÁ! MORRA O TRABALHO FORÇADO!
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