Terminamos hoje com o credo na boca...
“A Inquisição representou um excelente êxito culinário, já que um dos processos de reconhecer um judeu era o de saber se se alimentavam de carne de porco ou se comia qualquer tipo de enchidos, até então exclusivamente à base de sangue e carne de suíno.
Os judeus transmontanos (onde, com as Beiras interiores, se encontravam as maiores concentrações do «povo eleito»), inventaram as saborosas alheiras à base de frango e farinha, mas aparentemente sem qualquer diferença de um gordo chouriço porcino.
O governo de Lisboa, aparentemente ignorante da história, da língua portuguesa e de culinária determinou o inexplicável contra-senso de que as alheiras possam ser confeccionadas também com carnes de porco (com sua licença…). E fê-lo sem o credo na boca…”
Terminando em beleza…com alheiras, poderemos ficar um pouco com água na boca e com menos credo na boca…para a semana atiramos aos safardanas, pejorativamente claro…
“A Inquisição representou um excelente êxito culinário, já que um dos processos de reconhecer um judeu era o de saber se se alimentavam de carne de porco ou se comia qualquer tipo de enchidos, até então exclusivamente à base de sangue e carne de suíno.
Os judeus transmontanos (onde, com as Beiras interiores, se encontravam as maiores concentrações do «povo eleito»), inventaram as saborosas alheiras à base de frango e farinha, mas aparentemente sem qualquer diferença de um gordo chouriço porcino.
O governo de Lisboa, aparentemente ignorante da história, da língua portuguesa e de culinária determinou o inexplicável contra-senso de que as alheiras possam ser confeccionadas também com carnes de porco (com sua licença…). E fê-lo sem o credo na boca…”
Terminando em beleza…com alheiras, poderemos ficar um pouco com água na boca e com menos credo na boca…para a semana atiramos aos safardanas, pejorativamente claro…
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