Enquanto o Governo reaccionário Passos/Portas envia mensagens de incentivo para que os jovens e os desempregados emigrem…vem por outro lado afirmar que quer travar o regresso dos imigrantes aos países de origem, através de “várias medidas a implementar nos próximos anos”…
Quais são essas “milagrosas” medidas? “Aprofundar a aprendizagem da Língua Portuguesa” e “melhorar as oportunidades ao nível do emprego e da habitação”, e aperfeiçoar a legislação portuguesa “no que diz respeito ao acesso a direitos cívicos e políticos”, que são determinantes para uma “melhor integração” dos imigrantes na sociedade.
Estas medidas caiem logo por terra, porquanto é exactamente o contrário do que o Governo tem aplicado no dia-a-dia da sua governança. Num texto publicado recentemente dizíamos com grande propriedade e justeza que “de uma só pàzada, encerrou Portas uma vintena de consulados e dependências consulares apenas na Alemanha, deixando sem defesa e sem nenhuma ligação a Portugal cerca de um milhão de portugueses e seus descendentes.
Este abandono absoluto e brutal dos nossos emigrantes nos países de mais forte emigração portuguesa vai de par com a política governamental de traição nacional, consistente em mandar emigrar os nossos desempregados.
O mesmo governo que força a emigrar é o mesmo governo que corta todas as ligações com os emigrantes nos países de imigração.”…Quais direitos cívicos e políticos e melhor integração…é fartar!
Sobre a pretensão de “aprofundar a aprendizagem da Língua Portuguesa”, só podem estar a gozar com a cara dos emigrantes, porque “se há alguma coisa de comum a todos os governos que Portugal tem tido até hoje, para além da sempre presente exploração e opressão do povo, essa coisa é, sem dúvida, a inexistência absoluta e total de uma política de defesa e promoção da língua portuguesa no estrangeiro.
O Instituto Camões, virado para a divulgação e promoção da cultura portuguesa, nada faz, nem no domínio da língua, nem no domínio da cultura, pura e simplesmente porque lhe podaram as verbas. (A livraria Camões no Rio de Janeiro vai ser encerrada…)
Acontece que o actual governo, se nada fez, como todos os outros, na defesa e promoção da língua portuguesa, não deixou de tomar uma medida reaccionária mortal contra ela: está a despedir os professores de português contratados para aulas no estrangeiro, em países de forte emigração portuguesa.”…é vilanagem!
Quais são essas “milagrosas” medidas? “Aprofundar a aprendizagem da Língua Portuguesa” e “melhorar as oportunidades ao nível do emprego e da habitação”, e aperfeiçoar a legislação portuguesa “no que diz respeito ao acesso a direitos cívicos e políticos”, que são determinantes para uma “melhor integração” dos imigrantes na sociedade.
Estas medidas caiem logo por terra, porquanto é exactamente o contrário do que o Governo tem aplicado no dia-a-dia da sua governança. Num texto publicado recentemente dizíamos com grande propriedade e justeza que “de uma só pàzada, encerrou Portas uma vintena de consulados e dependências consulares apenas na Alemanha, deixando sem defesa e sem nenhuma ligação a Portugal cerca de um milhão de portugueses e seus descendentes.
Este abandono absoluto e brutal dos nossos emigrantes nos países de mais forte emigração portuguesa vai de par com a política governamental de traição nacional, consistente em mandar emigrar os nossos desempregados.
O mesmo governo que força a emigrar é o mesmo governo que corta todas as ligações com os emigrantes nos países de imigração.”…Quais direitos cívicos e políticos e melhor integração…é fartar!
Sobre a pretensão de “aprofundar a aprendizagem da Língua Portuguesa”, só podem estar a gozar com a cara dos emigrantes, porque “se há alguma coisa de comum a todos os governos que Portugal tem tido até hoje, para além da sempre presente exploração e opressão do povo, essa coisa é, sem dúvida, a inexistência absoluta e total de uma política de defesa e promoção da língua portuguesa no estrangeiro.
O Instituto Camões, virado para a divulgação e promoção da cultura portuguesa, nada faz, nem no domínio da língua, nem no domínio da cultura, pura e simplesmente porque lhe podaram as verbas. (A livraria Camões no Rio de Janeiro vai ser encerrada…)
Acontece que o actual governo, se nada fez, como todos os outros, na defesa e promoção da língua portuguesa, não deixou de tomar uma medida reaccionária mortal contra ela: está a despedir os professores de português contratados para aulas no estrangeiro, em países de forte emigração portuguesa.”…é vilanagem!
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