Estas duas reportagens colocam bem à evidência como as medidas fascistas impostas pelo FMI, UE e BCE, tem afectado o quotidiano do povo trabalhador grego…fome, desespero, angústia, mas ao mesmo tempo indignação e revolta…
A primeira menciona a existência de cada vez mais pessoas a viver nas ruas da Grécia. São os novos sem-abrigo, pessoas que perderam o emprego e que já não conseguem suportar as despesas básicas como a prestação da casa.
A primeira menciona a existência de cada vez mais pessoas a viver nas ruas da Grécia. São os novos sem-abrigo, pessoas que perderam o emprego e que já não conseguem suportar as despesas básicas como a prestação da casa.
A segunda alude à desesperança de muitos pais que sentem-se obrigados a entregar os seus filhos a instituições.
A reportagem da jornalista Chloe Hadjimatheou arranca com o episódio da funcionária de um jardim infantil que encontrou um bilhete com uma das suas alunas de quatro anos: “Não virei buscar a Anna (nome fictício) hoje porque não tenho possibilidades de cuidar dela. Por favor tomem bem conta dela. Desculpem. A sua mãe”…é fartar vilanagem!
A crise do sistema atinge onde mais dói. Incapazes de alimentar os filhos, os pais vêem-se obrigados a deixar os filhos ao cuidado de instituições sociais e religiosas. É o último recurso – visto como um acto de desespero. Bebés e crianças em idade escolar, os casos multiplicam-se…a revolta intensifica-se os actos de solidariedade também aumentam! A luta continua, o povo vencerá!
A reportagem da jornalista Chloe Hadjimatheou arranca com o episódio da funcionária de um jardim infantil que encontrou um bilhete com uma das suas alunas de quatro anos: “Não virei buscar a Anna (nome fictício) hoje porque não tenho possibilidades de cuidar dela. Por favor tomem bem conta dela. Desculpem. A sua mãe”…é fartar vilanagem!
A crise do sistema atinge onde mais dói. Incapazes de alimentar os filhos, os pais vêem-se obrigados a deixar os filhos ao cuidado de instituições sociais e religiosas. É o último recurso – visto como um acto de desespero. Bebés e crianças em idade escolar, os casos multiplicam-se…a revolta intensifica-se os actos de solidariedade também aumentam! A luta continua, o povo vencerá!
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