Com a presença de milhares de trabalhadores, precários e estudantes, decorreu hoje a manifestação organizada pela Plataforma 15 de Outubro.
Os manifestantes, em grande maioria jovens, concentraram-se no Marquês de Pombal, em Lisboa, e seguiram depois para o Largo de S. Bento, fronteiro à Assembleia da República, casa que, reconhecidamente, alberga os partidos que assinaram o Memorando com a tróica germano-imperialista e onde, todos os dias são votadas leis que obrigam os trabalhadores e o povo português a pagar uma dívida que não contraiu, nem foi contraída em seu benefício.
Na Assembleia Popular que se seguiu à manifestação foram aprovadas importantes propostas, que recolheram um maciço e combativo apoio, das quais destacamos:
1. A exigência do NÃO PAGAMENTO da dívida, considerada como um instrumento de dominação do imperialismo sobre o nosso país e uma forma de o grande capital transferir activos e empresas públicas para os grandes grupos financeiros e bancários, nacionais e internacionais;
2. Exigência da convocação imediata de uma GREVE GERAL NACIONAL, a sério, responsabilizando as Centrais Sindicais para a sua mobilização, tendo sido fortemente denunciado o Acordo que governo, patrões e UGT subscreveram e que representa uma declaração de guerra aos trabalhadores, obrigando-os a TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo.
O camarada Garcia Pereira teve a oportunidade de se dirigir aos trabalhadores, precários e à juventude presente, realçando que não só a luta tem de continuar, como ela é a única saída para que o povo possa almejar a vitória sobre a burguesia, nomeadamente derrubando este governo vende pátrias PSD/CDS e, de caminho, apontado a mesma porta de saída ao lídimo representante dos interesses do grande capital e do imperialismo germânico, Cavaco Silva.
O nosso Partido afirmou claramente que esta é uma luta dura e prolongada e que a manifestação de hoje é, apenas, um episódio dessa luta. Importante, é certo, mas que deve servir de catalisador da organização, da mobilização e da disponibilidade para o aprofundamento e radicalização de novas lutas.
Para que não corramos o risco de ter o efeito que o mosquito tem sobre o elefante: incomodá-lo, mas não o abater!
Os manifestantes, em grande maioria jovens, concentraram-se no Marquês de Pombal, em Lisboa, e seguiram depois para o Largo de S. Bento, fronteiro à Assembleia da República, casa que, reconhecidamente, alberga os partidos que assinaram o Memorando com a tróica germano-imperialista e onde, todos os dias são votadas leis que obrigam os trabalhadores e o povo português a pagar uma dívida que não contraiu, nem foi contraída em seu benefício.
Na Assembleia Popular que se seguiu à manifestação foram aprovadas importantes propostas, que recolheram um maciço e combativo apoio, das quais destacamos:
1. A exigência do NÃO PAGAMENTO da dívida, considerada como um instrumento de dominação do imperialismo sobre o nosso país e uma forma de o grande capital transferir activos e empresas públicas para os grandes grupos financeiros e bancários, nacionais e internacionais;
2. Exigência da convocação imediata de uma GREVE GERAL NACIONAL, a sério, responsabilizando as Centrais Sindicais para a sua mobilização, tendo sido fortemente denunciado o Acordo que governo, patrões e UGT subscreveram e que representa uma declaração de guerra aos trabalhadores, obrigando-os a TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo.
Para que não corramos o risco de ter o efeito que o mosquito tem sobre o elefante: incomodá-lo, mas não o abater!
0 comentários:
Enviar um comentário