Quando dois exércitos entram em confronto, a justeza dos princípios e interesses que um deles defenda, conjuntamente com o apoio que consiga concitar junto das massas populares e dos trabalhadores, levá-lo-á à vitória. E, não raro, aquele exército que parecia imbatível, possuidor da tecnologia mais destruidora que a humanidade conheceu, vem-se a revelar, afinal, um autêntico TIGRE DE PAPEL. Exemplos não faltam na história mais recente da humanidade.
Vem este intróito a propósito de uma concepção oportunista que uma certa pequena burguesia, dita bem pensante, tem vindo a destilar: a morte das “vanguardas” e a sua obsolescência histórica! Baseada em conceitos “frentistas”, adeptos de que o movimento é tudo e que as massas não precisam de estar organizadas e não possuir uma direcção organizada em torno de princípios e objectivos revolucionários, de que a desresponsabilização, a relação “informal”, a democracia directa e outros vácuos atributos resolvem a contradição que opõem aqueles que nada mais têm do que a sua força de trabalho para vender àqueles que se apropriam da riqueza gerada por ele, o que estes conceitos pequeno-burgueses estão, de facto, a cumprir, é um grande serviço à classe e ao sistema que dizem combater – a burguesia e o seu sistema capitalista, pois desarmam-nos no confronto contra uma classe, a burguesia, altamente organizada.
Torna-se evidente para um cada vez maior número de trabalhadores e de elementos do povo, que a burguesia “não brinca em serviço”! Ela está organizada, ela tem a sua vanguarda! Essa vanguarda distribui-se por vários centros – desde os clubes Bildeberg à Maçonaria, passando pelo FMI e NATO, até às Goldman Sachs desta vida – que sintetizam os princípios pelos quais quer reger o seu sistema de exploração do homem pelo homem.
E ela está armada! De exércitos, de polícias, de secretas, de toda a sorte de oportunistas que, dizendo-se de esquerda, mais não servem do que para desarmar ideológica e organizativamente a classe operária e os trabalhadores em todo o mundo. Basta analisar a situação que presentemente vivemos em Portugal. O único ministério que não sofreu cortes orçamentais, antes pelo contrário, foi o da Administração Interna!
A situação política, quer do ponto de vista nacional, quer do ponto de vista internacional, ao contrário daqueles que anunciam a “morte das vanguardas”, exige que emirja uma vanguarda, marxista-leninista, única que sintetiza correctamente, não só qual a contradição dos nossos tempos – aquela que opõe a natureza social do trabalho à apropriação privada da riqueza gerada por ele-, mas capaz de propor os instrumentos políticos e de organização coerentes que levem a classe operária, os trabalhadores e os seus aliados à resolução daquela contradição, a uma vitória sobre a burguesia e o seu sistema capitalista e à implantação de uma sociedade livre da exploração do homem pelo homem.
Uma vanguarda que não engana os operários e os trabalhadores. Antes lhes explica que esta é uma luta dura e prolongada, que será tudo menos pacífica, pois nenhuma classe reaccionária abandona a cena da história de livre vontade. E que, por ser assim, ou ela está organizada em torno de uma vanguarda, de um partido marxista-leninista, firme e com vontade férrea de vencer, ou será a burguesia que continuará a explorar, a humilhar e a reprimir os seus interesses de classe.
Bem podem os oportunistas bradar aos quatro ventos o “fim” das vanguardas. Os operários e os trabalhadores, nesta luta de morte que os opõe a um sistema que os explora, humilha e reprime, têm cada vez maior consciência da sua necessidade para que possam ter uma saída que sirva os seus interesses. E a história não se compadecerá com o “estado de alma” daqueles que, por não quererem responsabilidades, não quererem outra arma de “luta” que não as declarações “bem-intencionadas”, se não prestam à disciplina, ao trabalho organizativo, à luta dura e prolongada, que o momento exige.
Vem este intróito a propósito de uma concepção oportunista que uma certa pequena burguesia, dita bem pensante, tem vindo a destilar: a morte das “vanguardas” e a sua obsolescência histórica! Baseada em conceitos “frentistas”, adeptos de que o movimento é tudo e que as massas não precisam de estar organizadas e não possuir uma direcção organizada em torno de princípios e objectivos revolucionários, de que a desresponsabilização, a relação “informal”, a democracia directa e outros vácuos atributos resolvem a contradição que opõem aqueles que nada mais têm do que a sua força de trabalho para vender àqueles que se apropriam da riqueza gerada por ele, o que estes conceitos pequeno-burgueses estão, de facto, a cumprir, é um grande serviço à classe e ao sistema que dizem combater – a burguesia e o seu sistema capitalista, pois desarmam-nos no confronto contra uma classe, a burguesia, altamente organizada.
Torna-se evidente para um cada vez maior número de trabalhadores e de elementos do povo, que a burguesia “não brinca em serviço”! Ela está organizada, ela tem a sua vanguarda! Essa vanguarda distribui-se por vários centros – desde os clubes Bildeberg à Maçonaria, passando pelo FMI e NATO, até às Goldman Sachs desta vida – que sintetizam os princípios pelos quais quer reger o seu sistema de exploração do homem pelo homem.
E ela está armada! De exércitos, de polícias, de secretas, de toda a sorte de oportunistas que, dizendo-se de esquerda, mais não servem do que para desarmar ideológica e organizativamente a classe operária e os trabalhadores em todo o mundo. Basta analisar a situação que presentemente vivemos em Portugal. O único ministério que não sofreu cortes orçamentais, antes pelo contrário, foi o da Administração Interna!
A situação política, quer do ponto de vista nacional, quer do ponto de vista internacional, ao contrário daqueles que anunciam a “morte das vanguardas”, exige que emirja uma vanguarda, marxista-leninista, única que sintetiza correctamente, não só qual a contradição dos nossos tempos – aquela que opõe a natureza social do trabalho à apropriação privada da riqueza gerada por ele-, mas capaz de propor os instrumentos políticos e de organização coerentes que levem a classe operária, os trabalhadores e os seus aliados à resolução daquela contradição, a uma vitória sobre a burguesia e o seu sistema capitalista e à implantação de uma sociedade livre da exploração do homem pelo homem.
Uma vanguarda que não engana os operários e os trabalhadores. Antes lhes explica que esta é uma luta dura e prolongada, que será tudo menos pacífica, pois nenhuma classe reaccionária abandona a cena da história de livre vontade. E que, por ser assim, ou ela está organizada em torno de uma vanguarda, de um partido marxista-leninista, firme e com vontade férrea de vencer, ou será a burguesia que continuará a explorar, a humilhar e a reprimir os seus interesses de classe.
Bem podem os oportunistas bradar aos quatro ventos o “fim” das vanguardas. Os operários e os trabalhadores, nesta luta de morte que os opõe a um sistema que os explora, humilha e reprime, têm cada vez maior consciência da sua necessidade para que possam ter uma saída que sirva os seus interesses. E a história não se compadecerá com o “estado de alma” daqueles que, por não quererem responsabilidades, não quererem outra arma de “luta” que não as declarações “bem-intencionadas”, se não prestam à disciplina, ao trabalho organizativo, à luta dura e prolongada, que o momento exige.

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