Torna-se evidente um crescendo da revolta e das lutas dos trabalhadores contra a autêntica declaração de guerra que a burguesia lhes fez, através do governo de traição PSD/CDS, com o beneplácito do P”S”, todos eles a mando da tróica germano-imperialista, e que consiste em fazer o povo pagar uma dívida que não contraiu, nem foi contraída em seu benefício, assim como cozinhar um acordo, com a cumplicidade da UGT, que impõe o TRABALHO FORÇADO aos trabalhadores.
Acontece que, apesar deste crescendo de repúdio e de vontade de lutar contra o sistema capitalista que, ao mesmo tempo que lhes agrava as condições de vida, seja através de despedimentos massivos, seja através do aumento de produtos e serviços ou dos cortes nas prestações sociais – tudo à pala de que “gastámos acima das nossas possibilidades – nos encontramos numa situação de relativo “empate” nesta luta entre o capital e o trabalho.
Na opinião dos marxistas-leninistas, este “empate” deve-se, fundamentalmente aos mitos que as correntes oportunistas e revisionistas tentaram inculcar nas consciências dos operários e trabalhadores, tais como a da possibilidade da transição pacífica para o socialismo ou da instituição de uma “democracia” directa, uma “democracia” do “bom senso” e das “boas vontades”
Mitos são, também, as teses das "3ªs vias", um "casamento" entre um capitalismo "humanizado", uma social-democracia "aclassista", uma sociedade em que lobos e cordeiros pudessem alegremente conviver, pois a abundância ressarciria o impulso predador.
Uma impossibilidade que salta aos olhos de qualquer trabalhador consciente que sabe que a burguesia nunca abandonará o poder de livre vontade, pois tem no seu ADN o objectivo de acumular riqueza nem que seja à custa da fome, da miséria e da morte dos povos e dos trabalhadores.
Tem de ser empurrada, À FORÇA, para o caixote do lixo da história, que é o lugar que a espera e ao seu sistema de exploração do homem pelo homem. Não interessa quanto tempo durará para que tal situação se verifique, mas que a contradição entre a natureza social do trabalho e a apropriação privada da riqueza gerada por ele se dará, é inquestionável. Assim como é inquestionável que o parto da história será tudo menos um passeio tranquilo pela avenida!
Agora, uma coisa é certa, sem uma vanguarda organizada, esclarecida e disciplinada e com vontade férrea de conduzir sem hesitações as lutas que nos esperam, a vitória sobre as vanguardas organizadas da burguesia e do grande capital, os seus exércitos, as suas polícias, o seu aparelho de manipulação das consciências - educação, comunicação, etc. - mais dificilmente serão vencidas.
É por isso que, apesar da sua generosidade, e até vontade de lutar, algumas plataformas "informais" poderão correr o risco de estar para o poder burguês e capitalista como o mosquito está para o elefante. Incomoda-o, mas não o mata!
Acontece que, apesar deste crescendo de repúdio e de vontade de lutar contra o sistema capitalista que, ao mesmo tempo que lhes agrava as condições de vida, seja através de despedimentos massivos, seja através do aumento de produtos e serviços ou dos cortes nas prestações sociais – tudo à pala de que “gastámos acima das nossas possibilidades – nos encontramos numa situação de relativo “empate” nesta luta entre o capital e o trabalho.
Na opinião dos marxistas-leninistas, este “empate” deve-se, fundamentalmente aos mitos que as correntes oportunistas e revisionistas tentaram inculcar nas consciências dos operários e trabalhadores, tais como a da possibilidade da transição pacífica para o socialismo ou da instituição de uma “democracia” directa, uma “democracia” do “bom senso” e das “boas vontades”
Mitos são, também, as teses das "3ªs vias", um "casamento" entre um capitalismo "humanizado", uma social-democracia "aclassista", uma sociedade em que lobos e cordeiros pudessem alegremente conviver, pois a abundância ressarciria o impulso predador.
Uma impossibilidade que salta aos olhos de qualquer trabalhador consciente que sabe que a burguesia nunca abandonará o poder de livre vontade, pois tem no seu ADN o objectivo de acumular riqueza nem que seja à custa da fome, da miséria e da morte dos povos e dos trabalhadores.
Tem de ser empurrada, À FORÇA, para o caixote do lixo da história, que é o lugar que a espera e ao seu sistema de exploração do homem pelo homem. Não interessa quanto tempo durará para que tal situação se verifique, mas que a contradição entre a natureza social do trabalho e a apropriação privada da riqueza gerada por ele se dará, é inquestionável. Assim como é inquestionável que o parto da história será tudo menos um passeio tranquilo pela avenida!
Agora, uma coisa é certa, sem uma vanguarda organizada, esclarecida e disciplinada e com vontade férrea de conduzir sem hesitações as lutas que nos esperam, a vitória sobre as vanguardas organizadas da burguesia e do grande capital, os seus exércitos, as suas polícias, o seu aparelho de manipulação das consciências - educação, comunicação, etc. - mais dificilmente serão vencidas.
É por isso que, apesar da sua generosidade, e até vontade de lutar, algumas plataformas "informais" poderão correr o risco de estar para o poder burguês e capitalista como o mosquito está para o elefante. Incomoda-o, mas não o mata!

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