
Com o pressuposto profundamente hipócrita de que a “resposta certa” à crise e às “dívidas soberanas” é a “introdução de um imposto sobre as transacções financeiras”, afirmando que “aqueles que contribuíram para esta situação devem contribuir para a reverter”, a dupla Merkel/Sarkozy”, no âmbito da cimeira do G20, volta à carga com a estafada “Taxa Tobin”, disfarçada com novas roupagens.
E, confiantes de que os seus serventuários se atropelarão para pôr em prática esta medida, exigem que ela seja adoptada até Março do corrente ano, de preferência por todos os países da União Europeia. Mas, na possibilidade de tal não ocorrer, Merkel e Sarkozy, seguros de que o euro é o instrumento de dominação do imperialismo germânico sobre a Europa, já se davam por satisfeitos se esta taxa viesse a ser adoptada, pelo menos, pelos 17 países da chamada Zona Euro.
Pela sua actualidade, cliquem aqui e leiam o artigo “O LOGRO DA TAXA TOBIN OU COMO O CAPITALISMO SE AUTO-FINANCIA.”
Além desta proposta, Merkel e Sarkozy congratulam-se com os avanços registados no que respeita à implementação do novo pacto fiscal e, sobretudo, com o facto de, finalmente, o fundo de resgate europeu (FEEF) possuir instrumentos mais “flexíveis” para intervir em situações de emergência.
Este mecanismo – FEEF – deverá ser substituído pelo MEE (Mecanismo de Estabilização Europeu) e, sobre a natureza e alcance do mesmo, como garante da dominação germano-imperialista da Europa, sugerimos que releiam o artigo “MEE: o instrumento do imperialismo germânico para dominar política e financeiramente os povos europeus!” (Cliquem sobre o texto)
E, confiantes de que os seus serventuários se atropelarão para pôr em prática esta medida, exigem que ela seja adoptada até Março do corrente ano, de preferência por todos os países da União Europeia. Mas, na possibilidade de tal não ocorrer, Merkel e Sarkozy, seguros de que o euro é o instrumento de dominação do imperialismo germânico sobre a Europa, já se davam por satisfeitos se esta taxa viesse a ser adoptada, pelo menos, pelos 17 países da chamada Zona Euro.
Pela sua actualidade, cliquem aqui e leiam o artigo “O LOGRO DA TAXA TOBIN OU COMO O CAPITALISMO SE AUTO-FINANCIA.”
Além desta proposta, Merkel e Sarkozy congratulam-se com os avanços registados no que respeita à implementação do novo pacto fiscal e, sobretudo, com o facto de, finalmente, o fundo de resgate europeu (FEEF) possuir instrumentos mais “flexíveis” para intervir em situações de emergência.
Este mecanismo – FEEF – deverá ser substituído pelo MEE (Mecanismo de Estabilização Europeu) e, sobre a natureza e alcance do mesmo, como garante da dominação germano-imperialista da Europa, sugerimos que releiam o artigo “MEE: o instrumento do imperialismo germânico para dominar política e financeiramente os povos europeus!” (Cliquem sobre o texto)
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