Publicamos aqui um instrumento importante na luta que os operários e trabalhadores portugueses terão de travar contra a medida terrorista que a burguesia e o seu governo pretende impor, a medida da meia hora diária – ou das duas horas e meia semanais – que consubstanciam TRABALHO FORÇADO, escravo.
Esta minuta, que deverá ser apresentada, amplamente discutida e votada nos plenários a realizar nos locais de trabalho, coloca em perspectiva o eixo central da luta que os trabalhadores têm de travar a fim de impedirem que os capitalistas tentem, à custa de trabalho não pago, acumular ainda mais riqueza à custa do desemprego e da exploração que esta medida acarretará se não vier a ser firmemente combatida.
Depois de aprovadas, estas minutas deverão ser assinadas pelos trabalhadores que nela votaram e serem enviadas para o respectivo sindicato.
O trabalho forçado não passará! Morra o trabalho forçado! (Clicar em cima)
Esta minuta, que deverá ser apresentada, amplamente discutida e votada nos plenários a realizar nos locais de trabalho, coloca em perspectiva o eixo central da luta que os trabalhadores têm de travar a fim de impedirem que os capitalistas tentem, à custa de trabalho não pago, acumular ainda mais riqueza à custa do desemprego e da exploração que esta medida acarretará se não vier a ser firmemente combatida.
Depois de aprovadas, estas minutas deverão ser assinadas pelos trabalhadores que nela votaram e serem enviadas para o respectivo sindicato.
O trabalho forçado não passará! Morra o trabalho forçado! (Clicar em cima)

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