Eis a “oposição violenta…mas construtiva” do P”S” no seu melhor! Depois de terem optado pela abstenção na votação do Orçamento de Estado para 2012, “violentamente”, os “socialistas” de pacotilha da novel direcção de Seguro recusaram-se, agora, a submeter tal documento à fiscalização sucessiva de inconstitucionalidade ao Tribunal Constitucional.
Palavras levam-nas o vento! Um velho e sábio ditado popular que se aplica na perfeição ao P”S”. Claro está que, depois de terem assinado o Memorando da Traição e da submissão do nosso país à tróica germano-imperialista, a sequência lógica e coerente seria a de deixar passar um Orçamento de Estado que consubstancia uma autêntica declaração de guerra contra os trabalhadores e o povo português.
Primeiro assinaram o Memorando, conjuntamente com PSD e CDS, depois “abstiveram-se violentamente” na votação do OE 2012 para, agora, se recusarem a submeter o documento à fiscalização sucessiva ao TC. Palavras para quê? Só quem não quiser ver ou entender, só quem for politicamente cego e surdo, é que não perceberá que, apesar das palavras e declarações tonitruantes, PS, PSD e CDS, são massa do mesmo bolo e, todos eles fizeram um pacto de agressão contra um único alvo: os trabalhadores e o povo português!
Ficou ainda mais claro, portanto, que o P”S” cauciona o TRABALHO ESCRAVO que o OE 2012 impõe ao permitir que o patronato, a custo zero, beneficie de cerca de um mês de trabalho gratuito e não voluntário, consubstanciado na meia hora diária, ou nas duas horas e meia semanais, no corte dos três dias que eram atribuídos a título de assiduidade e nos quatro feriados nacionais que são erradicados do calendário.
Como ficou claro que o P”S” caucionou, também, o roubo do subsídio de férias e de natal, em 2012, aos trabalhadores da função pública, bem como o confisco de 5 a 10% do salário destes e o congelamento de salários e carreiras e outras medidas terroristas e fascistas, que apenas impendem sobre quem trabalha, que o OE 2012 encerra.
Todas elas medidas que visam que sejam os trabalhadores e o povo português a pagar uma dívida que não contraíram, nem foi contraída em seu benefício. Enquanto as grandes empresas e fortunas fogem impunemente ao pagamento de impostos sobre rendimentos e mais-valias e se dão ao luxo de, apesar das suas declarações “moralistas” e patrioteiras, procederem à fuga dos seus capitais para paraísos fiscais.
Se na mente de alguns sectores populares e do mundo do trabalho poderiam, ainda, subsistir algumas hesitações e dúvidas quanto ao papel de “cortina de fumo” que a burguesia e os capitalistas atribuíram ao P”S”, elas decerto se esfumaram com esta atitude desertora e cúmplice, cobarde e poltrona da direcção deste partido oportunista e da sua bancada parlamentar.
Ficou mais claro que a única saída para os trabalhadores e o povo português é lutarem pelo derrube deste governo vende pátrias e pugnar pela constituição de um Governo de Esquerda Democrático Patriótico que esfrangalhe as intenções da tróica germano-imperialista, recusando-se a pagar uma dívida ilegítima, ilegal e odiosa e que leve a cabo um novo paradigma de economia, ao serviço do povo, dos trabalhadores e assegurando a perseverarão da nossa independência nacional.
Palavras levam-nas o vento! Um velho e sábio ditado popular que se aplica na perfeição ao P”S”. Claro está que, depois de terem assinado o Memorando da Traição e da submissão do nosso país à tróica germano-imperialista, a sequência lógica e coerente seria a de deixar passar um Orçamento de Estado que consubstancia uma autêntica declaração de guerra contra os trabalhadores e o povo português.
Primeiro assinaram o Memorando, conjuntamente com PSD e CDS, depois “abstiveram-se violentamente” na votação do OE 2012 para, agora, se recusarem a submeter o documento à fiscalização sucessiva ao TC. Palavras para quê? Só quem não quiser ver ou entender, só quem for politicamente cego e surdo, é que não perceberá que, apesar das palavras e declarações tonitruantes, PS, PSD e CDS, são massa do mesmo bolo e, todos eles fizeram um pacto de agressão contra um único alvo: os trabalhadores e o povo português!
Ficou ainda mais claro, portanto, que o P”S” cauciona o TRABALHO ESCRAVO que o OE 2012 impõe ao permitir que o patronato, a custo zero, beneficie de cerca de um mês de trabalho gratuito e não voluntário, consubstanciado na meia hora diária, ou nas duas horas e meia semanais, no corte dos três dias que eram atribuídos a título de assiduidade e nos quatro feriados nacionais que são erradicados do calendário.
Como ficou claro que o P”S” caucionou, também, o roubo do subsídio de férias e de natal, em 2012, aos trabalhadores da função pública, bem como o confisco de 5 a 10% do salário destes e o congelamento de salários e carreiras e outras medidas terroristas e fascistas, que apenas impendem sobre quem trabalha, que o OE 2012 encerra.
Todas elas medidas que visam que sejam os trabalhadores e o povo português a pagar uma dívida que não contraíram, nem foi contraída em seu benefício. Enquanto as grandes empresas e fortunas fogem impunemente ao pagamento de impostos sobre rendimentos e mais-valias e se dão ao luxo de, apesar das suas declarações “moralistas” e patrioteiras, procederem à fuga dos seus capitais para paraísos fiscais.
Se na mente de alguns sectores populares e do mundo do trabalho poderiam, ainda, subsistir algumas hesitações e dúvidas quanto ao papel de “cortina de fumo” que a burguesia e os capitalistas atribuíram ao P”S”, elas decerto se esfumaram com esta atitude desertora e cúmplice, cobarde e poltrona da direcção deste partido oportunista e da sua bancada parlamentar.
Ficou mais claro que a única saída para os trabalhadores e o povo português é lutarem pelo derrube deste governo vende pátrias e pugnar pela constituição de um Governo de Esquerda Democrático Patriótico que esfrangalhe as intenções da tróica germano-imperialista, recusando-se a pagar uma dívida ilegítima, ilegal e odiosa e que leve a cabo um novo paradigma de economia, ao serviço do povo, dos trabalhadores e assegurando a perseverarão da nossa independência nacional.

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