Sob o tema “Precariedade: Só nos resta emigrar ou lutar” decorreu esta 6ª feira, dia 13 de Janeiro, na Sede dos Precários Inflexíveis um debate muito vivo e rico acerca da necessidade de uma nova agenda sindical que leve à defesa de um conjunto de trabalhadores que, hoje, representa cerca de 25% daqueles que nada mais têm do que a sua força de trabalho para vender.
Depois de analisadas e debatidas as razões que levaram à precariedade, fundamentalmente devidas à necessidade da burguesia diminuir aquilo a que chama “custo de contexto”, desvalorizando o trabalho e diminuindo a capacidade de organização e de luta dos trabalhadores, analisaram-se algumas das razões que levaram à perda massiva de sindicalizados por parte da esmagadora maioria dos sindicatos.
Outro dos pontos debatidos, e considerado de vital importância, foi a atitude dos sindicatos face aos precarizados, num ostensivo virar de costas à defesa das suas condições de trabalho, de renumeração, de ausência de direitos laborais. Uma atitude que contrasta com a experiência, relatada por uma dirigente do Sindicato dos Enfermeiros – Guadulupe Simões -, que evidenciou o facto de, num universo de 18.700 associados, o seu sindicato contar com cerca de 5.000 precários.
Relatando a recente experiência da fusão entre o antigo Sindicato dos Músicos e os Intermitentes do Espectáculo, de que resultou um novo sindicato – o CENA – André Albuquerque, dos Precários Inflexíveis, enfatizou a necessidade de se ultrapassar a “hostilidade” com que o movimento sindical tem acolhido os Movimentos Sociais, onde se inclui a sua Plataforma.
Em síntese, do debate ocorrido, ficou a ideia de que os trabalhadores precários devem mobilizar-se para contrariar um certo atavismo sindical que, respaldado em teses legalistas de que a lei vigente não permite a sindicalização de precários e de desempregados (facto desmentido pela experiência relatada, quer pelo Sindicato dos Enfermeiros, quer pelo CENA), e pressionar os sindicatos no sentido de abrirem as suas portas a estes trabalhadores, proporcionando-lhes uma estrutura de classe que possa defender os seus interesses face aos ataques do capital.
Depois de analisadas e debatidas as razões que levaram à precariedade, fundamentalmente devidas à necessidade da burguesia diminuir aquilo a que chama “custo de contexto”, desvalorizando o trabalho e diminuindo a capacidade de organização e de luta dos trabalhadores, analisaram-se algumas das razões que levaram à perda massiva de sindicalizados por parte da esmagadora maioria dos sindicatos.
Outro dos pontos debatidos, e considerado de vital importância, foi a atitude dos sindicatos face aos precarizados, num ostensivo virar de costas à defesa das suas condições de trabalho, de renumeração, de ausência de direitos laborais. Uma atitude que contrasta com a experiência, relatada por uma dirigente do Sindicato dos Enfermeiros – Guadulupe Simões -, que evidenciou o facto de, num universo de 18.700 associados, o seu sindicato contar com cerca de 5.000 precários.
Relatando a recente experiência da fusão entre o antigo Sindicato dos Músicos e os Intermitentes do Espectáculo, de que resultou um novo sindicato – o CENA – André Albuquerque, dos Precários Inflexíveis, enfatizou a necessidade de se ultrapassar a “hostilidade” com que o movimento sindical tem acolhido os Movimentos Sociais, onde se inclui a sua Plataforma.
Em síntese, do debate ocorrido, ficou a ideia de que os trabalhadores precários devem mobilizar-se para contrariar um certo atavismo sindical que, respaldado em teses legalistas de que a lei vigente não permite a sindicalização de precários e de desempregados (facto desmentido pela experiência relatada, quer pelo Sindicato dos Enfermeiros, quer pelo CENA), e pressionar os sindicatos no sentido de abrirem as suas portas a estes trabalhadores, proporcionando-lhes uma estrutura de classe que possa defender os seus interesses face aos ataques do capital.

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