Está provado quando existe determinação na luta e com objectivos precisos e justos, alcançam-se vitórias, e foi isso em parte que aconteceu aos utentes dos transportes públicos, principalmente na chamada grande Lisboa com os utentes que atravessam todos os dias o rio Tejo para irem e virem dos seus locais de trabalho/residências.
O Governo recuou mais que uma vez, mas ainda não o suficiente para que as comissões de utentes se sintam completamente satisfeitas, porque os cortes ainda assim, feitos, prejudicam os passageiros, não tendo em contrapartida outro meio de substituição justo e acessível.
Vejamos alguns exemplos, a carreira dos barcos da Transtejo, entre o Seixal e Lisboa que eram para terminar, os horários serão “ajustados” e só haverá barcos nos dias úteis (inclui a carreira para o Montijo) …cabecinhas pensadoras…vilanagem! Das 23 carreiras da Carris que na primeira versão deviam desaparecer, passaram para nove e agora passam para seis…critérios aluados…uma delas é a 10 que serve os estudantes do ISEL (e os moradores de Marvila), ficando assim com alternativas bastante reduzidas na sua mobilidade. Outra que querem fazer desaparecer é a 777, mais uma vez atinge os moradores dos bairros sociais, neste caso da Ameixoeira…a 790, importante carreira circular, Gomes Freire-Príncipe Real desaparece, ficando sem alternativas plausíveis…nos anos 80 e 90 do século passado a Carris estupidamente fez desaparecer carreiras dos eléctricos que circulavam no interior da cidade…continua o crime anti-mobilidade. ..e a Junta metropolitana está satisfeita…é fartar!
A luta tem de continuar…
O Governo recuou mais que uma vez, mas ainda não o suficiente para que as comissões de utentes se sintam completamente satisfeitas, porque os cortes ainda assim, feitos, prejudicam os passageiros, não tendo em contrapartida outro meio de substituição justo e acessível.
Vejamos alguns exemplos, a carreira dos barcos da Transtejo, entre o Seixal e Lisboa que eram para terminar, os horários serão “ajustados” e só haverá barcos nos dias úteis (inclui a carreira para o Montijo) …cabecinhas pensadoras…vilanagem! Das 23 carreiras da Carris que na primeira versão deviam desaparecer, passaram para nove e agora passam para seis…critérios aluados…uma delas é a 10 que serve os estudantes do ISEL (e os moradores de Marvila), ficando assim com alternativas bastante reduzidas na sua mobilidade. Outra que querem fazer desaparecer é a 777, mais uma vez atinge os moradores dos bairros sociais, neste caso da Ameixoeira…a 790, importante carreira circular, Gomes Freire-Príncipe Real desaparece, ficando sem alternativas plausíveis…nos anos 80 e 90 do século passado a Carris estupidamente fez desaparecer carreiras dos eléctricos que circulavam no interior da cidade…continua o crime anti-mobilidade. ..e a Junta metropolitana está satisfeita…é fartar!
A luta tem de continuar…
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