Na luta constante que se trava entre a burguesia, de um lado, e a classe operária, os trabalhadores e o povo, do outro, a relação de forças vai-se alterando na exacta medida da força, da organização e da combatividade que o mundo do trabalho vai demonstrando e impondo.
Para que a classe operária e os trabalhadores, nessa relação de forças, assumam uma posição mais forte e determinada e consigam alterar a seu favor a mesma, torna-se necessário, para além de contar com uma forte e combativa organização, não haver hesitações nem “compromissos” com os interesses da burguesia.
O Acordo da “concertação social” recentemente firmado entre o governo PSD/CDS, que era mandatário das instruções expressas pela tróica germano-imperialista, o patronato e a central sindical da traição UGT, é o exemplo paradigmático de que, quando no seio do movimento popular e dos trabalhadores, uma organização oportunista trai os seus interesses e capitula frente à burguesia, esta sente-se mais forte e com maior à vontade para reforçar as suas posições que, claro está, são as de favorecer uma ainda maior acumulação de riqueza à custa de maior fome, miséria, desemprego e precariedade para o povo e para quem trabalha.
Ciente de que a luta dos trabalhadores lhes não iria permitir impor a meia hora de TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo, a burguesia encontrou na UGT o parceiro ideal para obter os mesmos resultados – ou ainda superiores -, através do “banco de horas”, da legislação facilitadora e embaretecedora dos despedimentos, do corte de dias de férias e redução de feriados, entre outras medidas.
Se conseguiu conquistar isto tudo – um “acordo histórico” segundo o governo – porque não tentar algo mais? Esta é a filosofia rapinante que estará sempre no ADN da burguesia e do seu sistema capitalista onde a regra é a exploração do homem pelo homem.
E, então, uma medida que inicialmente seria substituída pela meia hora de TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo e, posteriormente, pelo Acordo da “Concertação Social”, ganha de novo vida e volta a ser inscrito na agenda do patronato: a redução da TSU (Taxa Social Única).
Respaldado na “insistência" da tróica germano-imperialista em que o governo vende pátrias PSD/CDS deve levar a cabo a aplicação da redução da TSU, António Saraiva, presidente da CIP, reflectindo o desejo do patronato que representa em comprimir ainda mais os “custos de contexto” que o trabalho representa, defendeu no debate “O Imperativo do Crescimento”, promovido pelo International Club of Portugal, a redução daquela taxa ou medidas equivalentes em sua substituição.
Fica evidente que, para esta gente o “imperativo do crescimento” é o imperativo de acumularem ainda mais riqueza à custa da depreciação dos salários e das condições de vida dos trabalhadores e do povo português.
Admitindo, embora, que o Acordo da “Concertação Social”, obtido à custa da miserável traição da UGT, “é suficiente neste momento”, mas “não tapa o vazio que a meia hora diária deixou”, António Saraiva insiste que “a redução da TSU era decisiva para a diminuição dos custos do trabalho em Portugal”!
Para aqueles traidores que, tal como a UGT, julgavam que o Acordo da “Concertação Social” iria aplacar o insaciável apetite da burguesia em obter, à custa do TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo, da redução salarial, do aumento desmesurado de bens e serviços (sobretudo aqueles que estão nos planos de privatização), uma maior acumulação de riqueza, a resposta está aí!
Face a esta situação, e tal como ficou evidenciado na Assembleia Popular que se seguiu à manifestação organizada pela Plataforma 15 de Outubro, e como o PCTP/MRPP há muito vem indicando, os trabalhadores e o povo português têm de reforçar a sua capacidade de luta e organização, exigindo a convocação imediata de uma GREVE GERAL NACIONAL, a sério, pela CGTP – e todas as greves, gerais ou sectoriais, que sejam necessárias – para alterar, a favor dos trabalhadores e do povo, a relação de forças que os opõem à burguesia e ao grande capital, ao governo PSD/CDS, serventuário dos interesses da tróica germano-imperialista.
Para que a classe operária e os trabalhadores, nessa relação de forças, assumam uma posição mais forte e determinada e consigam alterar a seu favor a mesma, torna-se necessário, para além de contar com uma forte e combativa organização, não haver hesitações nem “compromissos” com os interesses da burguesia.
O Acordo da “concertação social” recentemente firmado entre o governo PSD/CDS, que era mandatário das instruções expressas pela tróica germano-imperialista, o patronato e a central sindical da traição UGT, é o exemplo paradigmático de que, quando no seio do movimento popular e dos trabalhadores, uma organização oportunista trai os seus interesses e capitula frente à burguesia, esta sente-se mais forte e com maior à vontade para reforçar as suas posições que, claro está, são as de favorecer uma ainda maior acumulação de riqueza à custa de maior fome, miséria, desemprego e precariedade para o povo e para quem trabalha.
Ciente de que a luta dos trabalhadores lhes não iria permitir impor a meia hora de TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo, a burguesia encontrou na UGT o parceiro ideal para obter os mesmos resultados – ou ainda superiores -, através do “banco de horas”, da legislação facilitadora e embaretecedora dos despedimentos, do corte de dias de férias e redução de feriados, entre outras medidas.
Se conseguiu conquistar isto tudo – um “acordo histórico” segundo o governo – porque não tentar algo mais? Esta é a filosofia rapinante que estará sempre no ADN da burguesia e do seu sistema capitalista onde a regra é a exploração do homem pelo homem.
E, então, uma medida que inicialmente seria substituída pela meia hora de TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo e, posteriormente, pelo Acordo da “Concertação Social”, ganha de novo vida e volta a ser inscrito na agenda do patronato: a redução da TSU (Taxa Social Única).
Respaldado na “insistência" da tróica germano-imperialista em que o governo vende pátrias PSD/CDS deve levar a cabo a aplicação da redução da TSU, António Saraiva, presidente da CIP, reflectindo o desejo do patronato que representa em comprimir ainda mais os “custos de contexto” que o trabalho representa, defendeu no debate “O Imperativo do Crescimento”, promovido pelo International Club of Portugal, a redução daquela taxa ou medidas equivalentes em sua substituição.
Fica evidente que, para esta gente o “imperativo do crescimento” é o imperativo de acumularem ainda mais riqueza à custa da depreciação dos salários e das condições de vida dos trabalhadores e do povo português.
Admitindo, embora, que o Acordo da “Concertação Social”, obtido à custa da miserável traição da UGT, “é suficiente neste momento”, mas “não tapa o vazio que a meia hora diária deixou”, António Saraiva insiste que “a redução da TSU era decisiva para a diminuição dos custos do trabalho em Portugal”!Para aqueles traidores que, tal como a UGT, julgavam que o Acordo da “Concertação Social” iria aplacar o insaciável apetite da burguesia em obter, à custa do TRABALHO FORÇADO, não pago e escravo, da redução salarial, do aumento desmesurado de bens e serviços (sobretudo aqueles que estão nos planos de privatização), uma maior acumulação de riqueza, a resposta está aí!
Face a esta situação, e tal como ficou evidenciado na Assembleia Popular que se seguiu à manifestação organizada pela Plataforma 15 de Outubro, e como o PCTP/MRPP há muito vem indicando, os trabalhadores e o povo português têm de reforçar a sua capacidade de luta e organização, exigindo a convocação imediata de uma GREVE GERAL NACIONAL, a sério, pela CGTP – e todas as greves, gerais ou sectoriais, que sejam necessárias – para alterar, a favor dos trabalhadores e do povo, a relação de forças que os opõem à burguesia e ao grande capital, ao governo PSD/CDS, serventuário dos interesses da tróica germano-imperialista.

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