Por volta das 14 horas de hoje, nas obras da barragem de Foz Tua, pelo menos três operários pereceram.
A morte dramática destes operários, segundo as últimas informações, terá sido provocada pela queda de uma máquina e consequente deslizamento de terras.
Em declarações o vice-presidente da Câmara de Alijó confirmou a morte de três trabalhadores, que seriam os únicos no local no momento da ocorrência trágica. Os bombeiros e o INEM já estarão no local.
Desde de já é importante exigir com firmeza, por parte dos sindicatos representativos, a abertura de um inquérito rigoroso às condições de segurança – que devem ser imputadas aos construtores e seus subempreiteiros, porque a exemplo de outros “acidentes” registados em outras obras, se tem chegado à conclusão da enorme falta de segurança nos locais de trabalho, com a conivência do dono da obra, neste caso do Estado/EDP.
Ao mesmo tempo que é feito o inquérito, as famílias dos operários que perderam a vida, devem ser apoiadas psicologicamente e monetariamente pelo dono da obra, quanto antes, ao contrário do que habitualmente é feito!
Esperamos que as conclusões do inquérito não fiquem soterradas, também, nesta obra nefasta para a região transmontana e para o povo português. No final do mês de Agosto do ano passado, três operários ficaram feridos com gravidade, quando se encontravam a laborar nestas obras, numa grua.
A redacção do Luta Popular online endereça as mais sentidas condolências aos familiares dos operários mortos, solidarizando também com os seus colegas de trabalho nesta hora de pesar.
A morte dramática destes operários, segundo as últimas informações, terá sido provocada pela queda de uma máquina e consequente deslizamento de terras.
Em declarações o vice-presidente da Câmara de Alijó confirmou a morte de três trabalhadores, que seriam os únicos no local no momento da ocorrência trágica. Os bombeiros e o INEM já estarão no local.
Desde de já é importante exigir com firmeza, por parte dos sindicatos representativos, a abertura de um inquérito rigoroso às condições de segurança – que devem ser imputadas aos construtores e seus subempreiteiros, porque a exemplo de outros “acidentes” registados em outras obras, se tem chegado à conclusão da enorme falta de segurança nos locais de trabalho, com a conivência do dono da obra, neste caso do Estado/EDP.
Ao mesmo tempo que é feito o inquérito, as famílias dos operários que perderam a vida, devem ser apoiadas psicologicamente e monetariamente pelo dono da obra, quanto antes, ao contrário do que habitualmente é feito!
Esperamos que as conclusões do inquérito não fiquem soterradas, também, nesta obra nefasta para a região transmontana e para o povo português. No final do mês de Agosto do ano passado, três operários ficaram feridos com gravidade, quando se encontravam a laborar nestas obras, numa grua.
A redacção do Luta Popular online endereça as mais sentidas condolências aos familiares dos operários mortos, solidarizando também com os seus colegas de trabalho nesta hora de pesar.

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