Os trabalhadores da manutenção da TAP manifestaram-se hoje junto à entrada da empresa no aeroporto de Lisboa, impedindo, durante algum tempo a entrada e saída de carros naquelas instalações.
Importa assinalar que esta firme acção de luta é, desde logo, uma demonstração clara de que os operários não baixarão os braços perante um ataque devastador da classe dos capitalistas e parasitas contra os mais elementares direitos de quem vive da venda da sua força de trabalho.
Para além dos cortes salariais e o roubo dos subsídios de férias e de Natal, isto é, de mais salário, acresce agora a redução do salário nas horas extraordinárias, a liberalização dos despedimentos, etc. – tudo apenas para, a mando da tróica, encher os bolsos do capital financeiro.
Por outro lado, no caso da TAP, os trabalhadores estão ainda confrontados com a tentativa de privatização da empresa pelo governo de traição nacional PSD/CDS, que, a concretizar-se, representará um rude golpe na nossa soberania e uma perca de graves consequências para a prossecução de uma política séria de crescimento e desenvolvimento económicos ao serviço do povo trabalhador.
Mas este governo de lacaios, tal como sofreu já uma derrota com a tentativa de impor a meia hora de trabalho forçado, fica a saber que não terá descanso com a continuação da luta dos trabalhadores contra as medidas terroristas e provocatórias de sobre-exploração e de miséria que anunciou na concertação social juntamente com as centrais patronais (incluindo a UGT).
E o que há de mais significativo nesta acção de luta dos trabalhadores da TAP é que ela tem precisamente como objectivos a rejeição do roubo do trabalho e dos salários, objectivo imediato esse que deve unir todos os operários e demais trabalhadores portugueses na realização de uma greve geral nacional, sempre tendo em vista correr com este governo de traição nacional e a constituição de um governo de esquerda democrático patriótico.
Viva a luta dos trabalhadores da TAP!
Importa assinalar que esta firme acção de luta é, desde logo, uma demonstração clara de que os operários não baixarão os braços perante um ataque devastador da classe dos capitalistas e parasitas contra os mais elementares direitos de quem vive da venda da sua força de trabalho.
Para além dos cortes salariais e o roubo dos subsídios de férias e de Natal, isto é, de mais salário, acresce agora a redução do salário nas horas extraordinárias, a liberalização dos despedimentos, etc. – tudo apenas para, a mando da tróica, encher os bolsos do capital financeiro.
Por outro lado, no caso da TAP, os trabalhadores estão ainda confrontados com a tentativa de privatização da empresa pelo governo de traição nacional PSD/CDS, que, a concretizar-se, representará um rude golpe na nossa soberania e uma perca de graves consequências para a prossecução de uma política séria de crescimento e desenvolvimento económicos ao serviço do povo trabalhador.
Mas este governo de lacaios, tal como sofreu já uma derrota com a tentativa de impor a meia hora de trabalho forçado, fica a saber que não terá descanso com a continuação da luta dos trabalhadores contra as medidas terroristas e provocatórias de sobre-exploração e de miséria que anunciou na concertação social juntamente com as centrais patronais (incluindo a UGT).E o que há de mais significativo nesta acção de luta dos trabalhadores da TAP é que ela tem precisamente como objectivos a rejeição do roubo do trabalho e dos salários, objectivo imediato esse que deve unir todos os operários e demais trabalhadores portugueses na realização de uma greve geral nacional, sempre tendo em vista correr com este governo de traição nacional e a constituição de um governo de esquerda democrático patriótico.
Viva a luta dos trabalhadores da TAP!

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