GOVERNO DE TRAIÇÃO COELHO/PORTAS SOMA E SEGUE...MAS NÃO POR MUITO TEMPO
Confirmando o que sempre denunciámos, a política de privatizações que o governo de traição PSD/CDS, com o beneplácito do PS, está a levar a cabo a mando da tróica germano-imperialista, visa transferir activos e empresas públicas de importância estratégica para as mãos de grupos financeiros e bancários privados, criando, para tal, as condições prévias a que o negócio seja apetecível para os mesmos, quer pelos preços de saldo praticados, quer pela condições de exploração e acumulação de riqueza que passam a proporcionar.
Foi precisamente neste contexto que o Governo aprovou esta quinta-feira em Conselho de Ministros a extinção das tarifas reguladas de venda de electricidade e gás, liberalizando-as. Portanto, a partir deste momento deixa de existir (se alguma vez funcionou…), limitações na regularização das tarifas. No caso da electricidade, o regime de extinção aprovado diz respeito a clientes com consumos em baixa tensão normal (a esmagadora maioria das famílias). No caso do gás natural, a extinção afecta clientes com consumos anuais inferiores ou iguais a 10.000 m3.
Portugal possui já uma das tarifas de electricidade mais caras do continente europeu. É bom salientar que, desde há três meses a esta parte, os preços da energia eléctrica já subiram mais de 20%, elevando assim de forma insuportável os encargos de muitas famílias trabalhadoras, que mal conseguem pagar simultaneamente a prestação ou renda de casa.
Portugal possui já uma das tarifas de electricidade mais caras do continente europeu. É bom salientar que, desde há três meses a esta parte, os preços da energia eléctrica já subiram mais de 20%, elevando assim de forma insuportável os encargos de muitas famílias trabalhadoras, que mal conseguem pagar simultaneamente a prestação ou renda de casa.
Como aconteceu nos combustíveis, os preços do gás e da electricidade – que deveriam ser considerados bens de primeira necessidade - vão sofrer novos e substanciais agravamentos. Tudo isto para beneficiar os grandes grupos económicos detentores e fornecedores desses bens e serviços - grupos esses, privados - que irão encher os bolsos dos seus accionistas, à custa de mais fome e miséria dos trabalhadores e do povo.
Para pôr cobro a esta política, tudo terá de passar pela nacionalização e colocação sob o controlo directo dos trabalhadores das empresas produtoras e ou fornecedoras de electricidade, gás e água. Para isso acontecer só existe uma saída: derrubar este governo serventuário e traidor, Coelho/Portas, impondo a constituição de um governo de unidade de todas as camadas populares com base num programa democrático patriótico.
Dêmos um passo importante nesse sentido, participando activamente na próxima Greve Geral Nacional de 22 de Março.
O Povo Vencerá!

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