Os ditados populares portugueses são um património da inteligência do nosso povo e sintetizam na perfeição muitos dos factos da nossa vida. Um deles, QUEM CALA CONSENTE, serve às mil maravilhas para caracterizar o silêncio cúmplice que a Alemanha impôs sobre o que está a ocorrer na Hungria, um dos países recentemente admitidos na Eurolândia.
O primeiro-ministro Viktor Orbán, do partido de extrema-direita União Cívica Húngara (FIDESZ), fez aprovar este mês uma “nova” constituição que, para além de proibir expressamente o aborto e pôr em causa a independência do Tribunal Constitucional – onde é que já vimos isto, por portas travessas? – abre a porta a legislação que facilita e embaratece os despedimentos, criminaliza a indigência e anula e proíbe o direito à greve.
Imediatamente, milhares de trabalhadores e elementos do povo húngaro vieram para as ruas demonstrar o seu mais vivo repúdio a esta “nova” constituição e evidenciar a sua disposição em lutar para que ela seja revogada.
Mas, o mais impressionante e fascista dos articulados desta “nova” constituição húngara é o que determina a proibição do Direito à Greve e a obrigatoriedade do TRABALHO FORÇADO para os desempregados de longa duração, entre os quais está uma larga percentagem de trabalhadores da comunidade ROM (cidadãos de etnia cigana), que terão de estar confinados a campos de trabalho fechados e vigiados.
Como, até à data, não houve nenhuma repulsa pública por parte da União Europeia a esta “nova” constituição, aplica-se o ditado popular de que…QUEM CALA CONSENTE!
Mas, mais do que consentir, o que o directório europeu, dominado pelo imperialismo germânico, deseja mesmo, é que o exemplo húngaro seja replicado nos restantes países europeus que lhe são subservientes.
Daí o silêncio, não dos inocentes, mas dos carrascos dos povos e das nações da Europa!
O primeiro-ministro Viktor Orbán, do partido de extrema-direita União Cívica Húngara (FIDESZ), fez aprovar este mês uma “nova” constituição que, para além de proibir expressamente o aborto e pôr em causa a independência do Tribunal Constitucional – onde é que já vimos isto, por portas travessas? – abre a porta a legislação que facilita e embaratece os despedimentos, criminaliza a indigência e anula e proíbe o direito à greve.
Imediatamente, milhares de trabalhadores e elementos do povo húngaro vieram para as ruas demonstrar o seu mais vivo repúdio a esta “nova” constituição e evidenciar a sua disposição em lutar para que ela seja revogada.
Mas, o mais impressionante e fascista dos articulados desta “nova” constituição húngara é o que determina a proibição do Direito à Greve e a obrigatoriedade do TRABALHO FORÇADO para os desempregados de longa duração, entre os quais está uma larga percentagem de trabalhadores da comunidade ROM (cidadãos de etnia cigana), que terão de estar confinados a campos de trabalho fechados e vigiados.
Como, até à data, não houve nenhuma repulsa pública por parte da União Europeia a esta “nova” constituição, aplica-se o ditado popular de que…QUEM CALA CONSENTE!
Mas, mais do que consentir, o que o directório europeu, dominado pelo imperialismo germânico, deseja mesmo, é que o exemplo húngaro seja replicado nos restantes países europeus que lhe são subservientes.
Daí o silêncio, não dos inocentes, mas dos carrascos dos povos e das nações da Europa!

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