Os trabalhadores dos transportes vão realizar uma greve do sector no próximo dia 2 de Fevereiro e por 24 horas.
Nestas alturas, o governo de traição nacional PSD/CDS e a sua imprensa tudo faz para tentar lançar os restantes trabalhadores utentes do serviço de transportes contra os grevistas.
Ora, a greve que os trabalhadores do Metro, CP, Soflusa, Carris decidiram fazer é uma luta justa, que tem também por objectivo defender os interesses do povo trabalhador que utiliza os serviços de transportes.
É que, não por responsabilidade dos trabalhadores agora em greve, somos o país da Europa em que é mais elevada a parte paga pelos utentes no preço dos bilhetes de transporte, mas o governo continua a aumentar esse preço, para criar apetitosas condições de entrega das empresas públicas de transporte ao sector privado e permitir um maior aumento dos lucros às empresas que já são privadas e às que ainda pretende privatizar.
Ao contrário da propaganda que o governo destila, ao tentar justificar os brutais aumentos dos preços dos transportes com a situação calamitosa a que chegaram as empresas públicas de transportes e comunicações, a verdade é que essa situação se deve unicamente à má gestão dessas empresas e ao endividamento a que os sucessivos governos as obrigaram.
E é o mesmo Governo que, para além de subir os preços dos bilhetes, está ainda a dar orientações para a redução de serviços e carreiras, como é o caso da CP, Carris e Metro na Região de Lisboa e os STCP no Porto, tornando assim ainda mais degradada a oferta do transporte.
Mas, neste sector, não são apenas aqueles que precisam de usar o transporte para se deslocar de e para o seu trabalho que são vítimas da política antipopular e ao serviço da tróica do governo PSD/CDS, quando vêem aumentar brutalmente o preço dos transportes.
Também aqueles que vendem a sua força de trabalho nas empresas dos transportes estão a ser vítimas de um autêntico roubo pelo mesmo governo – para além de terem os salários congelados desde 2010, viram ainda reduzidos esses salários e estão agora ameaçados de despedimentos com a privatização das respectivas empresas.
ASSIM COMO OS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES SE LEVANTAM CONTRA OS AUMENTOS DOS PREÇOS, TAMBÉM OS TRABALHADORES QUE UTILIZAM OS TRANSPORTES DEVEM SER SOLIDÁRIOS COM A GREVE DAQUELES E LUTAR NOS SEUS LOCAIS DE TRABALHO EM TORNO DE UM OBJECTIVO COMUM: CONTRA O ROUBO DO TRABALHO E DOS SALÁRIOS, PELA GREVE GERAL NACIONAL, POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!
1 de Fevereiro de 2012
Nestas alturas, o governo de traição nacional PSD/CDS e a sua imprensa tudo faz para tentar lançar os restantes trabalhadores utentes do serviço de transportes contra os grevistas.
Ora, a greve que os trabalhadores do Metro, CP, Soflusa, Carris decidiram fazer é uma luta justa, que tem também por objectivo defender os interesses do povo trabalhador que utiliza os serviços de transportes.
É que, não por responsabilidade dos trabalhadores agora em greve, somos o país da Europa em que é mais elevada a parte paga pelos utentes no preço dos bilhetes de transporte, mas o governo continua a aumentar esse preço, para criar apetitosas condições de entrega das empresas públicas de transporte ao sector privado e permitir um maior aumento dos lucros às empresas que já são privadas e às que ainda pretende privatizar.
Ao contrário da propaganda que o governo destila, ao tentar justificar os brutais aumentos dos preços dos transportes com a situação calamitosa a que chegaram as empresas públicas de transportes e comunicações, a verdade é que essa situação se deve unicamente à má gestão dessas empresas e ao endividamento a que os sucessivos governos as obrigaram.
E é o mesmo Governo que, para além de subir os preços dos bilhetes, está ainda a dar orientações para a redução de serviços e carreiras, como é o caso da CP, Carris e Metro na Região de Lisboa e os STCP no Porto, tornando assim ainda mais degradada a oferta do transporte.
Mas, neste sector, não são apenas aqueles que precisam de usar o transporte para se deslocar de e para o seu trabalho que são vítimas da política antipopular e ao serviço da tróica do governo PSD/CDS, quando vêem aumentar brutalmente o preço dos transportes.
Também aqueles que vendem a sua força de trabalho nas empresas dos transportes estão a ser vítimas de um autêntico roubo pelo mesmo governo – para além de terem os salários congelados desde 2010, viram ainda reduzidos esses salários e estão agora ameaçados de despedimentos com a privatização das respectivas empresas.
ASSIM COMO OS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES SE LEVANTAM CONTRA OS AUMENTOS DOS PREÇOS, TAMBÉM OS TRABALHADORES QUE UTILIZAM OS TRANSPORTES DEVEM SER SOLIDÁRIOS COM A GREVE DAQUELES E LUTAR NOS SEUS LOCAIS DE TRABALHO EM TORNO DE UM OBJECTIVO COMUM: CONTRA O ROUBO DO TRABALHO E DOS SALÁRIOS, PELA GREVE GERAL NACIONAL, POR UM GOVERNO DEMOCRÁTICO PATRIÓTICO!
1 de Fevereiro de 2012
Organização Regional de Lisboa do PCTP/MRPP

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