A “dívida soberana”, para além de ser uma fraude, tem servido para o governo de traição PSD/CDS, a mando da tróica germano-imperialista, transferir activos e empresas públicas estratégicas para as mãos de capitalistas privados, a fim de garantir o pagamento de uma dívida ilegítima, ilegal e odiosa.
Depois de vender à empresa chinesa Three Gorges uma parte significativa da EDP, de estar a preparar com afinco a privatização da TAP, da ANA e dos CTT, entre muitas outras, o Conselho de Ministros deste governo de serventuários, anunciou hoje a venda de 40% do capital da REN (Redes Energéticas Nacionais) a duas empresas: 25% para a China State Grid e 15% para a Oman Oil.
Confirma-se, agora, o que andou Paulo Portas, o caixeiro-viajante de Angela Merkel e seu par Sarkozy, a fazer no seu périplo pelos países asiáticos. A vender, a preços de saldo, as nossas empresas e activos mais importantes do ponto de vista estratégico para assegurar uma política independente e soberana.
Percebe-se, agora, o afã com que este governo de traição tem procedido a sucessivos aumentos nos tarifários da electricidade, ao mesmo tempo que rouba os salários e o trabalho de quem nada mais tem para vender senão a sua força de trabalho, ao mesmo tempo que procede àquilo a que pomposamente apelida de “racionalização” dos recursos humanos, criando as condições para que os “investidores” reconheçam as vantagens do negócio para a sua procura insaciável de acumulação de riqueza.
Os meios, para o grande capital, justificam os fins! Nem que para tal isso seja obtido à custa do empobrecimento, do roubo do trabalho e dos salários dos trabalhadores e do encarecimento brutal do acesso a serviços públicos por parte do povo.
Querendo tapar o sol com a peneira, vem este governo de vendilhões anunciar, com pompa e circunstância, que “o interesse público é assegurado por regulação e não por acções”, quando, apenas no espaço de alguns meses, procedeu a três aumentos sucessivos dos tarifários da electricidade.
Regular para estes traidores é assegurar aos grandes grupos económicos e financeiros que os lucros que obterão desta operação serão sempre “optimizados”!
Mas, o “carrossel” da privatização não vai ficar por aqui! No mesmo Conselho de Ministros ficou também decidido que os restantes 11,7% das acções da REN que permanecem na mão do Estado, serão sujeitos a “uma oferta pública de mercado que ficará condicionada às condições do mercado”.
Para o Governo de traição nacional PSD/CDS, presidente da república e PS, não há limites na venda dos nossos recursos e da perca da soberania para satisfazer caninamente todas as exigências da tróica germano-imperialista.
Para os comunistas, a única alternativa para combater o desemprego e libertar o país das garras do grande capital financeiro é exactamente o caminho oposto - passa pela nacionalização da banca e de todos os sectores produtivos estratégicos para os colocar ao serviço de um plano de desenvolvimento nacional em benefício dos trabalhadores e do povo.
Objectivo que, como se impõe, só será possível alcançar com a formação de um governo de esquerda democrático patriótico que os operários, os oprimidos, os democratas, custe o que custar, não deixarão de levar a cabo, depois de correrem com a tróica e o seu governo de lacaios.
Depois de vender à empresa chinesa Three Gorges uma parte significativa da EDP, de estar a preparar com afinco a privatização da TAP, da ANA e dos CTT, entre muitas outras, o Conselho de Ministros deste governo de serventuários, anunciou hoje a venda de 40% do capital da REN (Redes Energéticas Nacionais) a duas empresas: 25% para a China State Grid e 15% para a Oman Oil.
Confirma-se, agora, o que andou Paulo Portas, o caixeiro-viajante de Angela Merkel e seu par Sarkozy, a fazer no seu périplo pelos países asiáticos. A vender, a preços de saldo, as nossas empresas e activos mais importantes do ponto de vista estratégico para assegurar uma política independente e soberana.
Percebe-se, agora, o afã com que este governo de traição tem procedido a sucessivos aumentos nos tarifários da electricidade, ao mesmo tempo que rouba os salários e o trabalho de quem nada mais tem para vender senão a sua força de trabalho, ao mesmo tempo que procede àquilo a que pomposamente apelida de “racionalização” dos recursos humanos, criando as condições para que os “investidores” reconheçam as vantagens do negócio para a sua procura insaciável de acumulação de riqueza.
Os meios, para o grande capital, justificam os fins! Nem que para tal isso seja obtido à custa do empobrecimento, do roubo do trabalho e dos salários dos trabalhadores e do encarecimento brutal do acesso a serviços públicos por parte do povo.
Querendo tapar o sol com a peneira, vem este governo de vendilhões anunciar, com pompa e circunstância, que “o interesse público é assegurado por regulação e não por acções”, quando, apenas no espaço de alguns meses, procedeu a três aumentos sucessivos dos tarifários da electricidade.
Regular para estes traidores é assegurar aos grandes grupos económicos e financeiros que os lucros que obterão desta operação serão sempre “optimizados”!
Mas, o “carrossel” da privatização não vai ficar por aqui! No mesmo Conselho de Ministros ficou também decidido que os restantes 11,7% das acções da REN que permanecem na mão do Estado, serão sujeitos a “uma oferta pública de mercado que ficará condicionada às condições do mercado”.
Para o Governo de traição nacional PSD/CDS, presidente da república e PS, não há limites na venda dos nossos recursos e da perca da soberania para satisfazer caninamente todas as exigências da tróica germano-imperialista.
Para os comunistas, a única alternativa para combater o desemprego e libertar o país das garras do grande capital financeiro é exactamente o caminho oposto - passa pela nacionalização da banca e de todos os sectores produtivos estratégicos para os colocar ao serviço de um plano de desenvolvimento nacional em benefício dos trabalhadores e do povo.
Objectivo que, como se impõe, só será possível alcançar com a formação de um governo de esquerda democrático patriótico que os operários, os oprimidos, os democratas, custe o que custar, não deixarão de levar a cabo, depois de correrem com a tróica e o seu governo de lacaios.


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