“Não haverá movimento revolucionário, sem ideologia revolucionária” - Lenine

“Sem ideologia revolucionária, não há movimento revolucionário” - Lenine

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Passos Coelho: Queixinhas!


Na semana passada, em entrevista ao jornal SOL, o primeiro-ministro Passos Coelho, lídimo chefe da pandilha de traidores que governa o nosso país seguindo caninamente as instruções que a tróica germano-imperialista lhes dita, ”aconselhava” o povo português a “poupar”, única panaceia, segundo ele, para sairmos da crise e se cumprir o pagamento de uma dívida que o povo não contraiu, nem foi contraída para seu benefício.

Claro está que os trabalhadores e o povo português, não fora a miséria, a fome, o desemprego e a precariedade a que estão a ser condenados mercê das medidas terroristas que este governo vende pátrias lhes impõe todos os dias, esboçaria um sorriso de desprezo face a tão “cândida” proposta de Passos Coelho.

No entanto, e cada vez mais, esse sorriso está a transformar-se num esgar de revolta quando os trabalhadores e o povo se vêem esbulhados e roubados nos seus salários, no seu trabalho, através dos sucessivos aumentos dos tarifários dos serviços públicos, que vão desde os transportes ao acesso à saúde e à educação, passando pelo aumento das taxas de IVA nos produtos alimentares mais essenciais.

E essa revolta começa a corporizar um crescendo de consciência da necessidade de derrubar este governo e expulsar a tróica germano-imperialista que está a transformar Portugal numa colónia ou protectorado da Alemanha, tanto mais quando Passos Coelho tem a distinta lata e arrogância de se queixar, em declarações produzidas hoje, novamente ao jornal SOL, considerando que os políticos burgueses não são bem pagos.

Claro que, na perspectiva da dimensão da traição que estão dispostos a prosseguir para defesa dos interesses dos grandes grupos financeiros e bancários e da tróica germano-imperialista, até se percebe que os traidores considerem que o seu “serviço” deveria ser melhor pago…30 dinheiros é pouco!

Mas, na perspectiva dos trabalhadores e do povo português, que sofrem todos os dias na pele as consequências das medidas terroristas e fascistas que estes lhes impõem, além de não merecerem um cêntimo de euro que seja, devem é ser pura e simplesmente corridos!

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