No passado dia 21 de Janeiro, mais de três mil trabalhadores realizaram uma marcha de protesto contra o trabalho forçado, contra o roubo do trabalho e dos salários, que o governo, a mando da tróica germano-imperialista, quer impor.
No momento da marcha, a meia hora desaprecia no acordo da Concertação Social, mas seria substituída por medidas de igual natureza e outras igualmente predatórias dos salários e direitos dos trabalhadores. Por isso mantinham-se actuais os motivos da marcha. Igualmente não há notícia ainda de que o governo tenha retirado da Assembleia da República a proposta de aumento do horário de trabalho o que é demonstrativo da atitude geral do governo. Por outro lado há ainda a considerar que, com base nessa proposta e nos seus pressupostos, algumas empresas se apressaram a impor o trabalho forçado (caso da Nanium e muitas outras) ainda antes de haver qualquer suporte legal para tal (e não há notícia que a IT tenha intervindo, o que revela, para quem ainda tivesse dúvidas, o carácter de classe dos organismos do estado).
A marcação da marcha para dia 21 sempre teve detractores que a condenavam por coincidir com a data da cerimónia oficial da abertura de Guimarães como capital europeia da cultura. Pretendia essa corrente de conciliação de classes (à espera de obter alguma sinecura à conta do acontecimento) que tal afectaria o bom nome da cidade e a prejudicaria por isso. Em certa medida, essa corrente conseguiu influenciar alguns elementos das massas, mas não conseguiu impedir o grande êxito da marcha.
A participação do Partido foi intensa quer na convocação (à porta das principais fábricas e zonas industriais de Guimarães, de Vizela e de Felgueiras, nas ruas e no mercado de Guimarães) quer na própria manifestação onde dezenas de trabalhadores manifestaram a sua anuência à política do PCTP/MRPP colocando autocolantes do Partido ao peito, nas bandeiras e nas calças.
Pelo Derrubamento do governo, Greve Geral Nacional!
Por um Governo de Esquerda Democrático Patriótico!
*Do nosso correspondente no Porto
No momento da marcha, a meia hora desaprecia no acordo da Concertação Social, mas seria substituída por medidas de igual natureza e outras igualmente predatórias dos salários e direitos dos trabalhadores. Por isso mantinham-se actuais os motivos da marcha. Igualmente não há notícia ainda de que o governo tenha retirado da Assembleia da República a proposta de aumento do horário de trabalho o que é demonstrativo da atitude geral do governo. Por outro lado há ainda a considerar que, com base nessa proposta e nos seus pressupostos, algumas empresas se apressaram a impor o trabalho forçado (caso da Nanium e muitas outras) ainda antes de haver qualquer suporte legal para tal (e não há notícia que a IT tenha intervindo, o que revela, para quem ainda tivesse dúvidas, o carácter de classe dos organismos do estado).
A marcação da marcha para dia 21 sempre teve detractores que a condenavam por coincidir com a data da cerimónia oficial da abertura de Guimarães como capital europeia da cultura. Pretendia essa corrente de conciliação de classes (à espera de obter alguma sinecura à conta do acontecimento) que tal afectaria o bom nome da cidade e a prejudicaria por isso. Em certa medida, essa corrente conseguiu influenciar alguns elementos das massas, mas não conseguiu impedir o grande êxito da marcha.
A participação do Partido foi intensa quer na convocação (à porta das principais fábricas e zonas industriais de Guimarães, de Vizela e de Felgueiras, nas ruas e no mercado de Guimarães) quer na própria manifestação onde dezenas de trabalhadores manifestaram a sua anuência à política do PCTP/MRPP colocando autocolantes do Partido ao peito, nas bandeiras e nas calças.
Pelo Derrubamento do governo, Greve Geral Nacional!
Por um Governo de Esquerda Democrático Patriótico!
*Do nosso correspondente no Porto
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